OPINIÃO

Autocuidado é autoestima: como pequenos gestos refletem

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Vivemos tempos em que a rotina agitada, as pressões sociais e as exigências estéticas podem influenciar diretamente a maneira como enxergamos a nós mesmos. Neste cenário, o autocuidado surge não como vaidade, mas como um ato essencial de amor-próprio e equilíbrio emocional. 

De acordo com a Dra. Fátima Munhoz, médica especializada em estética facial, cuidar da aparência vai muito além de buscar padrões ou atender expectativas externas. “A beleza de cada pessoa já é única. Mas quando alguém decide investir em si mesma, está também cuidando da sua autoestima, prevenindo impactos psicológicos e fortalecendo a confiança para enfrentar o dia a dia”, afirma. 

Muitas vezes, pequenas características do corpo ou do rosto podem gerar desconforto ou insegurança. Um exemplo recorrente no consultório da Dra. Fátima é a papada — mesmo quando discreta — que afeta a percepção do contorno facial e interfere diretamente na autoestima de pacientes. 

“Recebi uma paciente que se sentia extremamente incomodada com a flacidez no pescoço e a leve gordura abaixo do queixo. Após uma avaliação detalhada, indicamos a lipoaspiração de papada HD, além de uma plicatura do músculo platisma e um protocolo complementar para tratar a flacidez facial”, relata a médica. 

O resultado, segundo ela, foi não apenas estético. “Ela se sentiu rejuvenescida, mais leve no olhar e segura ao se ver no espelho. Isso transformou o psicológico dela. Não se trata de mudar quem somos, mas de realçar o que temos de melhor”, complementa. 

Cada pessoa carrega uma história única em sua relação com o espelho. E, por isso, os tratamentos estéticos devem ser individualizados, considerando tanto a anatomia quanto os aspectos emocionais. 

“Quando o autocuidado é orientado por profissionais experientes e éticos, ele se torna um instrumento de saúde física e mental. Técnicas bem aplicadas não só promovem resultados visuais harmônicos, mas também previnem efeitos negativos como a flacidez precoce ou o impacto psicológico da insatisfação crônica com a imagem”, diz a Dra. Fátima. 

Cuidar de si é um investimento em qualidade de vida, mais do que um momento estético, o autocuidado é uma forma de se reconectar com o próprio corpo, respeitar seus limites e desejos, e investir em bem-estar emocional. 

 

A autoestima elevada está diretamente ligada a fatores como produtividade, relacionamentos saudáveis e até prevenção de transtornos mentais, como depressão e ansiedade. Quando a imagem corporal é positiva, a mente também responde com mais equilíbrio e força emocional. 

Munhoz conclui que, O cuidado com a aparência deve ser visto como parte de uma abordagem integrada de saúde. Seja por meio de pequenas rotinas diárias ou de procedimentos médicos especializados, o importante é que cada escolha seja feita com consciência, respeito próprio e orientação profissional. 

 “Autocuidado é muito mais do que estética. É um gesto de respeito por si mesma, um caminho para a autoestima fortalecida e para uma vida com mais bem-estar e felicidade.” 
 
Dra. Fátima Munhoz, especialista em procedimentos faciais e corporais 





Fontee: Folhamax

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