POLÍTICA

Porsches e dinheiro em saco de lixo so apreendidos pela PF

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Dinheiro em espécie, cerca de R$ 84 mil, dentro de uma sacola de lixo preta e três veículos luxuosos, sendo um Volkswagen T-Cross e dois Porsches Cayenne, foram apreendidos durante o cumprimento da 5ª fase da Operação Sisamnes, deflagrada na manhã desta terça-feira (12), pela Polícia Federal. O local onde a quantia e os carros foram confiscados não foi divulgado. 

A operação cumpriu 11 mandados busca e apreensão em Mato, São Paulo e no Distrio Federal e cada Porsche apreendida vale cerca de R$ 1 milhão. Além disso, foram determinados o sequestro de bens e valores no montante aproximado de R$ 20 milhões e a proibição de saída do país pelos investigados, com apreensão de passaportes. 

A ação é um desdobramento das investigações originadas a partir da análise do celular do advogado Roberto Zampieri, assassinado a tiros, em Cuiabá Os dados apontaram a existência de um esquema de venda de sentenças no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e em outros tribunais pelo país.

O lobista e empresário Andreson Gonçalves, envolvido no caso, já está preso. Em solo mato-grossense, o advogado Ussiel Tavares, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) é um dos alvos assim como uma ex-secretária de Zampieri que teria a incumbência de monitorar processos em tramite no Judiciário do Estado.

Uma agência de turismo em Primavera do Leste (230 km de Cuiabá) também foi “visitada” por agentes da PF. A operação apura crimes como lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, câmbio ilegal, evasão de divisas e organização criminosa.

Os dados apontaram a existência de um esquema de venda de sentenças no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e em outros tribunais pelo país. O lobista e empresário Andreson Gonçalves, envolvido no caso, já está preso. Conforme a PF, as investigações revelaram uma rede empresarial-financeira criada para lavar dinheiro e ocultar a origem ilícita de supostos pagamentos de propina em troca de decisões judiciais favoráveis no STJ.





Fonte: Folhamax

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