SAÚDE

Nutri lista alimentos que não podem faltar na dieta anti-inflamatória

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Ela é uma reeducação alimentar que tem o objetivo de reduzir a inflamação crônica, relacionada a doenças cardiovasculares, hipertensão, ansiedade, depressão, diabetes tipo 2, alguns tipos de câncer, depressão e obesidade.
Ou seja, em sua essência, essa dieta segue o estilo mediterrâneo, com foco em gorduras saudáveis (azeite, nozes, amêndoas, abacate e peixes), alimentos ricos em nutrientes (frutas, verduras e legumes), carboidratos com carga glicêmica baixa (grãos integrais), ervas frescas e especiarias.

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, para reduzir ou prevenir a inflamação, é importante “A alimentação anti-inflamatória deve fornecer um equilíbrio saudável de proteína, carboidrato, gordura, vitaminas, minerais e fibras, priorizando alimentos com propriedade anti-inflamatórias”, explica.
Alimentos que não podem faltar na dieta anti-inflamatória
Frutas vermelhas
As frutas vermelhas, como mirtilos, morangos, framboesas ou amoras, contêm vários micronutrientes essenciais, como fibras, polifenóis e antioxidantes (antocianinas), compostos com ação no combate a inflamações. Elas não apenas reduzem a inflamação existente, mas também preparam as células para responder melhor a qualquer inflamação futura.
Veja na galeria alimentos que ajudam a aumentar a imunidade:

 
Brócolis
Brócolis e outros vegetais crucíferos, como couve-flor e couve-de-bruxelas são ricos em vit K, C, potássio, magnésio, fibras e sulforafano. Portanto, segundo a nutricionista, o potencial papel protetor dos vegetais crucíferos e dos componentes ativos presentes nesses vegetais, foram extensivamente estudados. E os resultados mostraram que essa classe de vegetais pode, inclusive, retardar o desenvolvimento de câncer.
Ômega-3
Salmão e outros peixes gordurosos são ricos em ácidos graxos ômega-3 (W3). De acordo com Stavro, as propriedades anti-inflamatórias do W3, foram descritas por seu papel na prevenção e tratamento de condições como doença arterial coronariana, diabetes, doenças inflamatórias intestinal, Alzheimer, transtorno bipolar, esquizofrenia e fibrose cística. O W3 também é benéfico para doenças autoimunes, como lúpus, artrite reumatoide, diabetes tipo 1, colite ulcerativa, psoríase e esclerose múltipla.
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Fonte: Só Notícias

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