POLÍTICA

Max nega omisso da AL em fiscalizar BRT e cobra punio para Consrcio

Published

on


MAX RUSSI.jpg

 

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, negou omissão do parlamento estadual na fiscalização das obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), paralisadas nesta semana após o governo do Estado rescindir o contrato. Ao ser questionado do porquê o Legislativo não acompanhou as obras desde o início, Russi disse que a Casa agiu em todos os momentos em que foi chamada para a discussão.

“A Assembleia, em todos os momentos que foi chamada, agiu. Agora, a Assembleia não pode entrar na obra, fazer a obra, executar a obra. Isso é trabalho de quem ganha a licitação, da empresa que ganhou, da empresa que executa. A gente acompanha para serem cumpridos os prazos. Agora não se cumpriu, se chegou nesse ponto, a gente precisa tomar providência, porque a gente tem que cobrar do poder Executivo que tome providência”, disse nesta sexta-feira (7), durante a posse do procurador-geral de Justiça (PGJ), Rodrigo Fonseca.  

Russi diz que sua administração irá fiscalizar e acompanhar de perto a tomada de decisão do governo e que seja uma solução rápida. “Nós queremos a obra pronta”.

O presidente da ALMT também afirmou que a população já não aguenta mais o caos nas obras do BRT na Capital, mas que não terá outra saída, senão continuar as obras para concluí-la. 

“O que precisa quando acontecer isso, é que os responsáveis serem penalizados. Por isso que eu falei, é importante a multa, importante a sanção, importante é a empresa entender que Mato Grosso tem lei, e que os contratos têm que ser cumpridos. E quando a população é prejudicada, os órgãos de controle, Ministério Público, Tribunal de Contas, o Poder Executivo, no caso, executam. E, se não executar, a Assembleia vai estar lá para cobrar isso de todos”, explicou.  

O governo Mauro Mendes (União) anunciou a rescisão do contrato com o Consórcio responsável pela obra do BRT na última quarta-feira (5). O governo também anunciou a intenção de multar as empresas em R$ 54 milhões. O governo deverá apresentar, nos próximos dias, alternativas para a retomada das obras ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) para autorização.





Fonte: Folhamax

Comentários
Continue Reading
Advertisement Enter ad code here

MATO GROSSO

Advertisement Enter ad code here

POLÍCIA

Advertisement Enter ad code here

CIDADES

Advertisement Enter ad code here

POLÍTICA

Advertisement Enter ad code here

SAÚDE

As mais lidas da semana