SAÚDE

Gordura no fígado: entenda o que é e os sintomas da condição

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Popularmente conhecida como gordura no fígado, ocorre quando as células do órgão são infiltradas por gordura. O Ministério da Saúde estima que aproximadamente um em cada três brasileiros tenha o problema.
As principais causas da doença incluem obesidade, diabetes, colesterol alto e . Além disso, a esteatose hepática é mais comum em mulheres sedentárias, pois o hormônio feminino estrogênio estimula o . No entanto, pessoas magras, abstêmias e até crianças também podem desenvolver a condição.
Se não for controlada, a gordura no fígado pode evoluir para problemas mais graves, como hepatite gordurosa, cirrose hepática e até câncer no fígado. A inflamação prolongada pode culminar no aumento do órgão e deixá-lo com a coloração amarelada.

Sintomas de gordura no fígado
No estágio inicial, a gordura no fígado costuma ser silenciosa e não apresentar sintomas evidentes. No entanto, conforme a condição progride, alguns sinais podem surgir, como:

Dores abdominais, especialmente na parte superior direita do abdômen (onde fica o fígado);
Cansaço e fraqueza;
Diminuição do apetite;
Aumento do fígado;
Inchaço na barriga;
;
Dificuldade para perder peso.

Gordura no fígado pode ocasionar câncer no órgão
Diagnóstico
De acordo com o médico Marcos Pontes, da Clínica Evoluccy, em Brasília, um dos maiores desafios no controle da condição é o diagnóstico precoce. A maioria dos pacientes não sabe que tem esteatose hepática.
“Acredito que 70% das pessoas com gordura no fígado não sabem que estão doentes. Quando a inflamação persiste por muito tempo, ela pode causar cicatrizes no fígado, levando a problemas de saúde mais graves”, afirmou Pontes em entrevista ao Metrópoles.
A doença é classificada em três graus, de acordo com a quantidade de gordura presente no fígado:

Grau 1 ou leve: pequeno acúmulo de gordura;
Grau 2: acúmulo moderado de gordura;
Grau 3: grande acúmulo de gordura no fígado.

Como prevenir a gordura no fígado?
A principal forma de evitar o problema é adotar hábitos saudáveis. Segundo a endocrinologista Marília Bortolotto, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), reduzir pelo menos 7% do excesso de peso já pode trazer benefícios significativos para a saúde.
“Não existe um medicamento específico para tratar a gordura no fígado. O mais importante é a modificação do estilo de vida”, enfatizou a médica em entrevista anterior ao Metrópoles.
A nutróloga Renata Domingues de Nóbrega, que atende em São Paulo, também destacou a importância da prática regular de exercícios aeróbicos e de resistência, que melhoram a sensibilidade à insulina e ajudam na saúde do fígado.
“Indivíduos com diabetes tipo 2, hipertensão e dislipidemia correm maior risco de desenvolver gordura no fígado. É essencial controlar essas condições por meio de medicamentos e mudanças no estilo de vida para prevenir a progressão da doença”, alertou a nutróloga em entrevista anterior ao Metrópoles.
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Fonte: Só Notícias

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