Sorriso

Agentes ampliam conhecimento sobre vigilância e prevenção

Published

on

Ponte entre a saúde e a população, os agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate a endemias (ACE) passaram por uma capacitação na manhã desta quinta-feira, 04, sobre estratégias de combate as doenças não transmissíveis, aquelas que, muitas vezes, afetam a vida de forma silenciosa.

Durante o encontro, foram explorados os Fundamentos da Vigilância Epidemiológica, Sanitária, Saúde do Trabalhador e Ambiental, visando aperfeiçoar a identificação dos desafios e a agir com mais precisão em situações durante o labor.

Um dos momentos mais enriquecedores foi a dedicação aos ciclos de vida das famílias. Os agentes aprofundaram seus conhecimentos em Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, do Homem e do Idoso, compreendendo as particularidades de cada fase e como oferecer um suporte ainda mais completo e humano.

Para a enfermeira Clarice Nericke, os agentes representam o coração da nossa saúde, o elo vital que conecta a comunidade à unidade de saúde. “Ao expandir o conhecimento sobre prevenção e controle de doenças, estamos entregando ferramentas poderosas para poderem orientar as famílias e, assim, fortalecer a promoção da saúde em todas as etapas da vida. É um trabalho que vai muito além da técnica, é sobre cuidado, empatia e uma conexão genuína com cada pessoa.”

José Roberto, agente de combate a endemias que atua no bairro Santa Clara, ressalta que “essa união entre os temas abordados é essencial para garantir que todos os aspectos da saúde sejam considerados. Quando trabalhamos juntos, de mãos dadas, o resultado é um atendimento mais completo, que melhora o nosso desempenho diário e, consequentemente, a qualidade da atenção básica em saúde”, frisa.

A agente de combate a endemias, Elaine Glara, que também mediou a formação, trouxe à perspectiva sobre o trabalho interno da Vigilância Ambiental, muitas vezes desconhecido por aqueles que atuam diretamente nas ruas.

“Além das visitas de casa em casa, temos um trabalho interno intenso e crucial, que acontece nos bastidores. São dois laboratórios, pontos estratégicos e uma série de ações. Por exemplo, fazemos o recolhimento de animais peçonhentos, como aranhas e escorpiões, realizamos análises de leishmaniose, bloqueio de casos e muitas outras atividades que complementam o trabalho externo”, disse.

Comentários
Continue Reading
Advertisement Enter ad code here

MATO GROSSO

Advertisement Enter ad code here

POLÍCIA

Advertisement Enter ad code here

CIDADES

Advertisement Enter ad code here

POLÍTICA

Advertisement Enter ad code here

SAÚDE

As mais lidas da semana