Sorriso
Monitoramento com ovitrampas aponta áreas de maior incidência do mosquito em Sorriso
A Vigilância Ambiental segue intensificando as ações de monitoramento e controle do Aedes aegypti por meio do uso de ovitrampas, ferramenta estratégica que permite identificar precocemente áreas com maior risco de proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Durante o trabalho de delimitação de focos, as equipes atuaram em diversos bairros do município. O levantamento considera a quantidade de quarteirões trabalhados e o número de focos encontrados, dados fundamentais para orientar ações mais assertivas de combate ao vetor.
No Centro Norte, foram trabalhados 5 quarteirões, com a identificação de 10 focos. Já no Centro Sul, também com 5 quarteirões visitados, o número de focos foi maior, totalizando 15 registros.
Nos bairros Bom Jesus e Recanto dos Pássaros, as equipes atuaram em 1 quarteirão em cada local, com 1 foco encontrado em ambos. No Jardim Alvorada, em 1 quarteirão trabalhado, foram registrados 3 focos.
A situação que mais chamou atenção foi em bairros com maior concentração de focos. No Vila Bela, mesmo com apenas 3 quarteirões trabalhados, foram identificados 14 focos. No Jardim Carolina, o levantamento apontou 29 focos em 5 quarteirões visitados. Já no Bela Vista, foram 8 quarteirões trabalhados, com a identificação de 25 focos, indicando a necessidade de reforço nas ações de controle e orientação à população.
De acordo com a coordenadora da Vigilância Ambiental, Claudete Damasceno, os dados obtidos por meio das ovitrampas permitem um planejamento mais eficiente das ações.
“As ovitrampas são essenciais para podermos identificar onde o mosquito está se reproduzindo com maior intensidade. A partir desses números, conseguimos direcionar melhor nossas equipes, intensificar as ações nos bairros mais críticos e orientar a população sobre a importância de eliminar qualquer foco de água parada”, destacou.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o enfrentamento ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada. A colaboração da comunidade, com cuidados simples no dia a dia, como manter quintais limpos, descartar corretamente recipientes e permitir o acesso dos agentes de saúde, é fundamental para reduzir os focos e proteger a saúde da população.
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