CIDADES
Com 40 mil ingressos vendidos, metade do público do show do Guns é de fora de Cuiabá
Quarenta mil ingressos já foram vendidos para o show do Guns N’ Roses na Arena Pantanal, em Cuiabá, que acontece no dia 31 de outubro deste ano. Segundo o empresário Elson Ramos, responsável pela Ditado Produções, que viabilizou a apresentação da banda norte-americana em Mato Grosso, metade do público é de fora da Capital.
Em entrevista ao
, Elson lembra que, em cerca de uma hora, 20 mil tickets foram vendidos. “Vendemos 20 mil ingressos em uma hora. Hoje nós temos 40 mil ingressos vendidos. Desses, 20 mil são de pessoas de fora de Cuiabá, entre [o estado de] Mato Grosso e os outros estados vizinhos nossos. A gente vai receber 20 mil pessoas na nossa grandiosa Cuiabá”, destaca.
Katarina Benzova

“Imagina quanto isso vai fomentar na economia da cidade. Imagina 20 mil pessoas vindo pra cá numa quinta-feira e indo embora num domingo – e com um feriado no meio. Hotel, comida, restaurante. É muita gente rodando aqui”, completa.
O empresário admite que o ticket para o evento foi um pouco “salgado” para a realidade do cuiabano – o mais barato custava R$ 260 –, mas defende que “o ingresso se paga”.
“Imagina quanto isso vai fomentar na economia da cidade. Imagina 20 mil pessoas vindo pra cá numa quinta-feira e indo embora num domingo – e com um feriado no meio”
Elsonm Ramos
“Realmente, o ingresso não é barato, mas também não é caro, principalmente para o cuiabano, que vai estar na cidade. Se um show desses ficasse apenas em São Paulo, o cuiabano que quisesse assistir ia ter o custo da passagem, do hotel, alimentação, transporte e vários outros custos”, explica.
“A pessoa está recebendo um show desse grande porte na sua cidade, em Cuiabá, e com o mesmo valor praticado fora. Então, ele se torna barato”, salienta.
Um dos setores que esgotou mais rápido foi o de bangalôs. Incomum em shows internacionais, principalmente de rock, Elson conta que ele lutou para ter esse setor por conta do perfil do público cuiabano – já acostumado como setor, por exemplo, em grandes shows sertanejos feitos na Capital.
“No rock, geralmente, não tem bangalô. Mas é uma questão cultural da cidade, onde algumas pessoas gostam dessa exclusividade. E isso foi uma das defesas que eu fiz para que a gente colocasse. Esgotou rápido, e a gente sabia que se tivesse mais 100 bangalôs, venderia todos”, completa.
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