POLÍTICA

“É só uma suspensão”, diz Nikolas sobre EUA restringirem vistos

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) disse nesta 4ª feira (28.mai.2025) que a decisão dos Estados Unidos de suspender vistos de estudantes estrangeiros “é só para poder analisar as redes sociais” e contestou deputados do PT (Partido dos Trabalhadores), partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que criticaram a suspensão.

“Alguns deputados do PT estão dizendo, por exemplo, que a suspensão dos vistos de estudantes pelos Estados Unidos seria uma medida praticamente totalitária, mas, na verdade, o que eles estão fazendo é só uma suspensão para poder analisar as redes sociais dos estudantes que querem aplicar o visto nos Estados Unidos”, afirmou o deputado. A declaração foi dada durante a sessão na Câmara dos Deputados.

Nikolas usou o deputado federal André Janones (Avante-MG) como exemplo. Ele criticou as publicações do colega nas redes sociais e ironizou a possibilidade de Janones estudar fora do país.

“O cara que, na sua rede social, é uma comunistinha de meia tigela, fica falando mal dos Estados Unidos, do [presidente Donald] Trump, como, por exemplo, o deputado Janones, que praticamente negou o atentado que aconteceu com o Trump […] E daqui a pouco está querendo estudar nos Estados Unidos. Não. Sua rede social vai ser avaliada. Talvez você não tenha visto para poder estudar nos Estados Unidos”, disse.

Assista (8min56s):

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), determinou na 3ª feira (27.mai) a suspensão temporária na concessão de vistos a estudantes internacionais. A medida afeta o visto F-1, categoria destinada a estrangeiros que desejam estudar no país. A decisão se dá enquanto o governo avalia implementar verificações mais rigorosas das redes sociais dos solicitantes.

Já nesta 4ª feira (28.mai), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou uma nova política que impõe restrições de visto a autoridades estrangeiras acusadas de censurar cidadãos norte-americanos. A medida tem como alvo líderes e funcionários governamentais considerados “cúmplices de censura a norte-americanos”.

O governo dos EUA não divulgou uma lista específica com nomes de autoridades que serão afetadas, mas o conselheiro político Trump Jason Miller citou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes no X (ex-Twitter) ao falar sobre as restrições.

O Departamento de Estado indicou que a medida visa proteger os direitos constitucionais dos cidadãos americanos, mesmo quando estão fora do país.



Fonte: Só Notícias

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