POLÍTICA
Acredito que não vire igual o VLT, diz Abilio sobre BRT
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), disse confiar na capacidade do governador Mauro Mendes (União) de dar uma solução para a continuidade das obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT). “Acredito que não vire igual o VLT”, avaliou. Ele ainda pontuou que quem critica a condução da obra, são os mesmos que “colocavam dinheiro dentro do paletó” na época em que o modal previsto era o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
Nesta semana o prefeito da capital sugeriu que o governo do Estado e a Prefeitura de Cuiabá concluam a obra do BRT já que, na avaliação dele, a obra não é “um bicho de 7 cabeças” e pode ser executada via parceria. Em entrevista na sexta-feira (7), Abilio mediu as palavras e destacou a complexidade dos trabalhos.
“É claro que toda obra tem a sua complexidade e essa obra não é diferente. Eu disse que não é um ‘bicho de 7 cabeças’ no sentido de somar esforços. Assim, a prefeitura… tudo que a gente puder fazer, todo termo de cooperação, toda licença que precisar liberar, tudo que precisar fazer para a obra avançar, a gente vai fazer. Agora, claro, cada obra tem a sua complexidade”, afirmou.
As obras foram paralisadas após o governo do Estado anunciar o rompimento do contrato com o Consórcio BRT, dando prazo de 5 dias para que a empresa se manifeste sobre o rompimento, antes que torne a decisão definitiva. Apesar dos transtornos na cidade, Abilio disse que o governador Mauro Mendes tomou a decisão correta.
“O governo do Estado vai encontrar pessoas qualificadas para resolver esse problema. E o Mauro, ele é muito pragmático, ele identificou que não é mais possível continuar desse jeito e vai tocar de outra forma. E ele está certo. É triste a gente ter que sofrer com um caos na cidade e passar pelo canteiro e ver a obra parada, não dá para continuar desse jeito. Então ele foi muito sensato em fazer a mudança que precisou fazer”, argumentou.
O prefeito ainda disse que não acha que as obras do BRT ficarão paralisadas por anos, assim como ocorreu com as do VLT. Isso porque, segundo ele, os responsáveis não são os mesmos.
“Acredito que não vire igual o VLT, não tem mais as pessoas indo ao gabinete da Casa Civil pegar o dinheiro e colocar dentro do paletó, acho que não vai acontecer mais desse jeito, então não tem como ficar igual era antes. Engraçado é que aqueles que colocavam dinheiro dentro do paletó (…), estão agora opinando como se tivesse o direito de fazer alguma coisa sobre isso”, alfinetou.
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