OPINIÃO
Raylander
A chamada em questão; parece mais o título de um filme exibido nos cinemas, produzido em 1986, que narra a saga de um guerreiro escocês do século XVI, imortal e, após algum tempo, encontra outro imortal como ele, este, o ensina a manejar uma espada, pois a única forma de matar um imortal é cortando sua cabeça.
Após alguns séculos, surge um inimigo, imortal como ambos, que pretende decapitar Raylander, para se tornar o único imortal da face da terra.
Esta narrativa cheia de nuances, é resultado da sinopse de um filme que se tornou referência em nossas vidas, produzido em 1986, que narra a saga de um guerreiro escocês do século XVI, imortal.
Esse filme, na verdade acaba dando forças para que uma pessoa possa ressurgir e, voltar ao cenário atual da política Mato-grossense.
A exemplo, o ex-governador e ex-senador por Mato Grosso José Pedro Gonçalves Taques, conhecido popularmente como Pedro Taques.
Nos reportando aos dias atuais, saindo da ficção voltando à realidade, no ano que vem, teremos eleições no Brasil, o tabuleiro político começa a movimentar suas peças para as diferentes direções.
Pedro Taques (sem partido), voltou ao centro das articulações políticas no Estado de Mato Grosso, se intitulando “Rayrlander” e, desponta como um dos nomes fortes para disputa ao Senado Federal em 2026.
Após, um período de discreto afastamento da política institucional, Taques tem intensificado encontros com lideranças regionais e nacionais, o que já despertou especulações sobre sua possível filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).
Mesmo neste momento de efervescência política exacerbada, ainda assim, alguns incrédulos insistem em dizer que está muito cedo para falar em política partidária.
Fontes ligadas ao ex-governador revelam que há conversas avançadas para que Taques, assuma o comando estadual do PSB, diante da possível saída do atual presidente regional, deputado Max Russi.
A mudança, poderia representar uma reconfiguração estratégica no partido, visando fortalecer sua base no Centro-Oeste e ampliar sua presença no Congresso.
Nos bastidores, o retorno de Taques já provoca movimentações em outras siglas.
Partidos como União Brasil, MDB e PL acompanham de perto o avanço de sua pré-candidatura, atentos ao impacto que ela pode ter sobre alianças regionais e estratégias eleitorais em 2026.
Como o jogo político já está em pleno curso; os ataques estão acontecendo de diferentes formas, cada postulante à um cargo em 2026.
Já está com suas metralhadoras giratórias apontadas para os mais diferentes poderes.
Taques, literalmente aponta sua metralhadora giratória rumo ao Palácio Paiaguás.
Em um vídeo que circula nas redes sociais; o ex-governador Pedro Taques diz “Por que os R$ 308 milhões de pagamento à OI Telecomunicações foram parar na conta de um fundo que também administra valores do filho do governador ?”.
Ele fala também das concessões irregulares dos consignados, “Com relação às concessões irregulares dos consignados e de cartões de crédito, dentre essas irregularidades, descobriam também que a Capital Consig não é credenciada junto ao Banco Central, logo não poderia promover esse, tipo de operação”. Teve início, a caça às bruxas.
Professor Licio Antonio Malheiros é Jornalista, Articulista e Geógrafo
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