MATO GROSSO
Comerciantes voltam a ficar mais pessimistas com o setor em Cuiabá, aponta pesquisa
Assessoria – Atingindo 99,9 pontos, a pesquisa que monitora o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) em Cuiabá voltou a ficar abaixo dos 100 pontos neste mês de março, o que não era registrado desde agosto de 2020, quando foi de 93,5 pontos. A pontuação atual reflete uma situação de pessimismo por parte dos comerciantes, o que também é observado no índice nacional, onde a pesquisa atingiu 99,2 pontos, o menor nível desde junho de 2021.
O levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e analisado pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) mostra uma variação mensal de -1,4% sobre o mês anterior na capital, que segue tendência de queda pelo quarto mês consecutivo. No período, o índice atual está 11,4% menor se comparado a dezembro de 2024.
O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, ressaltou a forte queda da pesquisa nos últimos meses, impactado negativamente pelas atuais condições do comércio e pelos planos de investimento das empresas. “As condições atuais da economia, com inflação em alta, principalmente, acabam refletindo na percepção de otimismo dos empresários do comércio e serviços, impactando, consequentemente, no nível de investimento das empresas”.
Entre os subíndices que impactaram negativamente no resultado da pesquisa, as maiores oscilações são: Nível de Investimento das Empresas (-5,2%), Condições Atuais do Comércio (-4%) e Indicador de Contratação de Funcionários (-2,5%).
Ainda sobre os dados apresentados, em relação às Condições Atuais da Economia Brasileira, quase oito em cada dez empresários da capital (79,4%) disseram que a situação piorou, o que pode refletir nas Condições Atuais do Setor, visto que a maioria (69,6%) disse que a situação também piorou. No mesmo período do ano passado, o percentual de empresários “insatisfeitos” era um pouco menor (65,6%).
Quanto à Expectativa de Contratações, apesar de ainda permanecer em zona de satisfação, com 107,2 pontos, onde a maioria dos entrevistados (56,2%) alegaram que pretendem aumentar o quadro de funcionários, o percentual atual é inferior ao registrado no mês anterior (61%) e no mesmo período do ano passado (65,2%).
O subíndice que mais impactou este resultado na pesquisa nacional também foi o Condições Atuais da Economia, que apresentou uma queda de 12,2% em relação ao mês de fevereiro.
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