POLÍTICA

Vereador quer investigar Energisa e empresas de telefonia

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O vereador Eduardo Magalhães (Republicanos) solicitou, nesta terça-feira (4), na Câmara de Cuiabá, o apoio dos parlamentares para assinarem o pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Energisa e as empresas de telefonia fixa e móvel, de internet banda larga e televisão por assinatura.

 

O objetivo é ouvir quais medidas estão sendo adotadas para a prevenção e solução de problemas ligados aos serviços oferecidos aos clientes.

 

“Existem casos em que o técnico não faz questão de instalar o cabo no poste ele o coloca na árvore. Em outras situações, o cidadão não consegue entrar na própria residência porque há um fio colocado em frente à garagem”, afirmou o vereador. 

 

No pedido de CPI, a justificativa é uma resposta à sociedade cuiabana acerca da prestação de serviços realizada pelas empresas responsáveis pela instalação e manutenção de fios de energia elétrica e de comunicação.  A existência de fios abandonados nos postes é um problema frequente que impacta tanto a aparência

da área urbana aanto na segurança e o funcionamento da rede elétrica.

 

Um dos problemas causados por esses fios é a poluição visual. A presença de fios soltos e entrelaçados nos postes transmite uma sensação de desordem e negligência, prejudicando tanto o visual quanto a qualidade de vida dos moradores, impactando também negativamente o turismo e a economia local. Outro aspecto importante é a segurança fios abandonados representam um risco à população, em especial quando estão energizados.

 

Crianças e animais podem se aproximar e sofrer graves acidentes. Os fios soltos podem causar incêndios ou interrupções no fornecimento de energia, afetando residências, comércios e serviços essenciais.

 

Vale lembrar que 99% dos fios são oriundos de empresas de telefonia e não de energia elétrica em sua maioria, são cabos antigos de telefonia móvel e digital que se tornaram obsoletos e caíram em desuso e, por questão de custo, as empresas acabam simplesmente por abandoná-los na rede”, finaliza Eduardo Magalhães.





Fonte: Folhamax

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