POLÍTICA

“É um sonho antigo”, diz Pacheco sobre governar Minas Gerais

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O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) declarou neste sábado (1º.fev.2025) que “é um sonho antigo” assumir o governo de Minas Gerais. O congressista deixa o comando do Senado e do Congresso neste fim de semana, no qual é realizada nova eleição para a presidência da Casa Alta. 

O agora ex-presidente do Senado declarou que, apesar de ter vontade de comandar o Estado, uma possível candidatura depende de outras circunstâncias:

“Quem está na política e diz que não tem vontade de comandar o seu Estado, não está falando a verdade. É obvio que isso é um desejo, é um sonho de qualquer político do seu Estado. É um sonho antigo de governar o meu Estado [Minas Gerais]. Se isso se concretizará ou não, depende de muitas variáveis”.

Com sua saída da presidência do Congresso, Pacheco é cotado para assumir uma vaga na Esplanada, na reforma ministerial que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende fazer ainda no início do ano. O congressista pode assumir um dos seguintes ministérios:

A ida de Pacheco para a Esplanada seria uma aposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para dar mais visibilidade ao congressista e alavancar uma possível candidatura ao governo do Estado de Minas Gerais em 2026.

Durante conversa com jornalistas na 5ª feira (30.jan.2025), no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não confirmou a ida de Pacheco para a Esplanada, mas afirmou que tem vontade de ver o senador no governo de Minas Gerais: “Eu não posso dizer quem vai ser [ministro]. Se pudesse falar, eu falaria. Mas o que eu quero é que o Pacheco seja governador de Minas Gerais”.

Pacheco deixa o comando do Senado neste sábado (1º.fev.2025) e Davi Alcolumbre (União-AP) é o favorito para a assumir seu posto. Alcolumbre, 47 anos, já foi presidente da Casa Alta antes de Pacheco, de 2019 a 2021. Retornaria para um 2º mandato na presidência do Congresso com novos desafios

Em conversa com jornalista neste sábado (1º.fev.2025), Pacheco agradeceu ao governo Lula, ao Poder Judiciário e ao deputado Arthur Lira (PP-AL), que também deixa o comando da Câmara dos Deputados. Ele ainda disse que é natural que em uma democracia, os Poderes discordem, mas que é necessário manter a cordialidade.

O congressista definiu o seu período à frente do Congresso com a palavra “democracia’’. Afirmou ainda sair do comando da Casa Alta com o sentimento de dever cumprido.

A eleição na Câmara dos Deputados também é realizada neste sábado (1°.fev), às 16h. O favorito para substituir Lira é Hugo Motta (Republicanos-PB).



Fonte: Só Notícias

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