POLÍTICA
Congresso e governo apresentam ao STF plano para dar mais transparência às emendas parlamentares – Notícias
26/02/2025 – 11:34
Roque de Sá/Agência Senado
Impasse sobre pagamento de emendas parlamentares tem adiado a votação do orçamento deste ano
A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) plano de trabalho para garantir mais transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares. O documento, elaborado junto com o Congresso Nacional, foi entregue ao ministro Flávio Dino, relator de ações que discutem a falta de clareza no uso das emendas parlamentares.
No documento a AGU responde os questionamentos feitos pelo ministro e demonstra como estão sendo cumpridas as recomendações feitas por ele.
O plano visa melhorar a transparência e o acompanhamento do uso das emendas parlamentares, que incluem as de comissão (RP8), de bancada (RP7) e de relator (RP9).
Amanhã, está prevista uma reunião entre os três poderes para discutir o tema, de forma a agilizar a aprovação do Orçamento 2025.
Diretrizes e cronogramas
No plano de trabalho, são estabelecidas diretrizes, ações e cronogramas específicos para implementação progressiva dos requisitos solicitados. O texto também busca garantir a identificação nominal dos parlamentares solicitantes e apoiadores das emendas a partir de 2025.
No documento a AGU informa as melhorias que já foram implementadas no Portal da Transparência, como:
- a ampliação de filtros de detalhamento;
- a integração de dados da emenda com a relação de convênios associados;
- uma nova consulta por favorecido da emenda com filtros mais detalhados;
- um melhor detalhamento de repasses de caráter nacional ou múltiplo com inclusão de filtro “localidade de aplicação do recurso”, entre outras.
Em relação ao pagamento das emendas parlamentares de anos anteriores, a intenção é ampliar a fiscalização com a integração de dados sobre os parlamentares apoiadores e registros no sistema de apoio às emendas.
O documento também apresenta outras respostas ao questionamento do STF, como as medidas que estão sendo adotadas em relação às organizações não-governamentais beneficiárias de recursos dessas emendas e, o atendimento às determinações de exclusão do Cadastro de Entidades Privadas Sem Fins Lucrativos Impedidas (Cepim) e do Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (Ceis).
O impasse nas regras das emendas tem adiado a votação do Orçamento de 2025 (PLN 26/24).
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Natalia Doederlein
Com informações da AgenciaGov
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