POLÍTICA
Eduardo Bolsonaro diz que foi intimado por criticar delegado
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse nesta 2ª feira (10.fev.2025) que foi intimado pela PF (Polícia Federal) por um discurso “ultrajante” feito na Câmara dos Deputados. Em 14 de agosto de 2024, o congressista chamou o delegado da corporação Fábio Shor de “putinha do Alexandre de Moraes”.
Em publicação no seu perfil no X, Eduardo afirma que a corporação quer abrir um processo administrativo para investigá-lo por crime contra a honra. O deputado é policial federal licenciado.
Segundo o deputado, já houve uma tentativa frustrada de iniciar um processo judicial por seu discurso no Congresso. Afirmou que há normativas da PF que impediram que o processo fosse levado adiante pelas penas serem muito baixas. Agora, a apuração administrativa estaria baseada na violação do regimento interno da corporação ao qual Eduardo, por ser um funcionário licenciado, estaria submetido.
Assista (9min16s):
O discurso ao qual Eduardo se refere é de 14 de agosto de 2024. O deputado criticava a atuação do delegado Fábio Alvarez Shor, que conduz as investigações sobre o 8 de Janeiro, das quais o ministro Alexandre de Moraes é relator no STF (Supremo Tribunal Federal). Com uma foto do funcionário da PF em mãos em palanque no plenário da Câmara, o chama de “putinha do Alexandre de Moraes”.
No mesmo dia, o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) fez o mesmo gesto para criticar Shor. Disse que o delegado “cria relatórios fraudulentos para manter” Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro (PL), “preso ilegalmente e sem fundamentação”.
A PF indiciou Van Hattem por calúnia e injúria. Considerou que o congressista agiu com a intenção de constranger, humilhar e ofender o delegado, por supostamente discordar de sua atuação profissional. No relatório, a PF ainda citou a declaração pela qual Eduardo está sendo processado.
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