POLÍTICA

Nova Federao espera filiao de dois deputados de MT

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O presidente do partido Solidariedade, Marco Aurélio Ribeiro, acredita que dois deputados estaduais de outros partidos devem aproveitar a próxima janela partidária em março de 2026 para migrar para a federação formada com o PRD e com isso fortalecer a chapa proporcional para o próximo ano. “O Solidariedade se tornou o sócio agora do PRD com o seguinte objetivo, com essa pulverização esquerda-direita, qual é a outra via onde vai pensar num Brasil mais competitivo, com uma indústria forte, um comércio forte, um turismo forte, e pensar também nos direitos do trabalhador, do qual é o projeto político para desenvolver o país? É só pensar no lado A ou no lado B? Então a intenção agora é uma discussão de uma terceira via sensata, desburocratizar o Brasil”, comentou em entrevista na Cultura FM, nesta segunda-feira (30). 

Entre os nomes ventilados estão o do líder do governador Mauro Mendes (UB) na Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Dilmar Dal Bosco (UB) – algo que não é segredo para ninguém – e a novidade seria a vinda de Paulo Araújo (PP). É especulada a saída do parlamentar da Federação formada pelo PP com o União Brasil devido às dificuldades em montagem de chapa, uma vez que o partido contará com vários nomes de peso. 

O dirigente partidário evitou se adentrar muito no assunto, mas afirmou ter boa relação com os dois cogitados. “Eu tenho uma relação muito boa com o Dilmar. Sempre apoiando ali combativo, ouvindo, também em pé de vista em projetos da indústria, da contabilidade, mas sempre com a visão de ter certeza que aquilo não vai prejudicar a sociedade. 

Apesar disso, o progressista nega a saída. Ao comentar sobre a especulação, Marco Aurélio foi “cauteloso”. “Recentemente eu tive informação do Paulo Araújo, não estive ainda com nenhum dos dois presencial, mas essa semana já combinei com o Mauro Carvalho da gente fazer uma reunião dos componentes da federação aqui, das quais nós vamos começar a traçar”, afirmou. 

Questionado sobre quem a Federação deve apoiar ao Governo e ao Senado ou se pensa em candidatura própria, o presidente desconversou, mas ponderou a relação que ele e Mauro Carvalho possuem com o governador Mauro Mendes. Mesmo assim, afirmou que ao contrário do gestor, não possui compromisso com o vice dele, Otaviano Pivetta (Republicanos). 

Pivetta é o nome escolhido por Mendes para sucedê-lo ao Palácio Paiaguás, ao menos por enquanto. “Nós não temos compromisso nenhum, nem com o Mauro, nem com o Pivetta, nem com outro partido. Hoje nós pensamos na nossa chapa para deputado estadual, federal, um senador, mas pelo tamanho do partido, pela idade do partido, não podemos negar que é possível, sim, uma composição, desde que seja oficializado na convenção”, enfatizou.





Fonte: Folhamax

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