POLÍTICA

Governador determina investigao de vazamento de inqurito da PC

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CORONEL ROVERI  MAURO MENDES

 

O governador Mauro Mendes (UB) pediu a instauração de um inquérito para investigar o vazamento do relatório produzido pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor). No documento, encaminhado para o secretário de Estado de Segurança Pública (Sesp), o coronel da PM César Augusto de Camargo Roveri, o chefe do Executivo estadual pede providências urgentes para identificação do autor do vazamento.

A medida foi tomada após o governador receber um requerimento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) sobre um pedido de providências para identificar a origem do vazamento do relatório e responsabilização dos envolvidos. No documento, o presidente do parlamento, o deputado estadual Max Russi (PSB) apontou que houve a exposição indevida de dados que estavam em sigilo.

“Referido documento, de natureza sigilosa e ainda sob apuração no âmbito do Ministério Público de Mato Grosso e do Poder Judiciário, passou a circular de forma indevida em canais não oficiais, acarretando a exposição de parlamentares e colocando em risco o devido processo legal, o direito a ampla defesa e o equilíbrio institucional entre os Poderes. Tal situação reveste-se de gravidade, uma vez que compromete a credibilidade das investigações em curso e pode configurar violação a normas legais relativas à proteção de informações sigilosas no âmbito da segurança pública e da administração da Justiça”, diz o documento da ALMT.

O relatório da Operação Suserano, investigação sigilosa da Polícia Civil sobre emendas parlamentares para compra de kits agrícolas, teria sido supostamente vazada na imprensa nacional. A ação foi deflagrada em 2024 e teve como alvo principal o empresário Alessandro do Nascimento.

O inquérito desta operação foi assinado pela delegada Juliana Rado e menciona 14 deputados estaduais investigados. Uma reportagem feita pelo UOL revelou o caso em junho deste ano. O controlador-geral do Estado, Paulo Farias Nazareth Netto, prestou esclarecimentos na ALMT na última quinta-feira (26) e afirmou que o relatório da CGE não cita deputados e valores de emendas.

A fala do controlador-geral resultou no pedido de providências feito pela ALMT.





Fonte: Folhamax

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