POLÍTICA
Criticado por aumento do IOF, Lula elogia Motta em congresso do PSB
Cobrado pela ausência nas discussões do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou seu discurso no congresso nacional do PSB neste domingo (1º.jun.2025) para elogiar publicamente o deputado.
Segundo o petista, a eleição do paraibano na Câmara é a “demonstração” de que, entre as coisas ruins que o país enfrenta, também acontecem coisas boas. Afirmou ainda que os partidos de esquerda vão tratar Motta muito bem porque sabem que é preciso debater para as propostas avançarem no Legislativo.
O petista disse conversar com os presidentes da Câmara e do Senado sobre tudo que é importante e será enviado ao Congresso, além de sempre os convidar para as viagens internacionais que faz. Motta, entretanto, não respondeu positivamente aos últimos 2 convites.
Motta cobrou Lula depois de uma reunião com líderes partidários para debater alternativas ao aumento do IOF pelo governo, capitaneada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
“O presidente precisa tomar pé dessa situação para, a partir daí, o governo poder apresentar alternativas. E o que estamos defendendo? Que venham medidas mais estruturantes, que o Brasil possa enfrentar aquilo que é preciso. Para poder entrar em um momento de mais responsabilidade fiscal”, declarou o congressista a jornalistas.
Motta e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), deram um prazo de 10 dias para Haddad revogar o aumento do IOF. Se até 10 de junho nada for feito, a Câmara votará um projeto de decreto legislativo que anula a medida da equipe econômica.
Quando anunciou o aumento do tributo, Haddad disse esperar uma arrecadação de R$ 20,5 bilhões em 2025. Na 5ª feira (28.mai), data do ultimato dado após reunião na residência oficial da Câmara, Motta disse que o governo só envia propostas com aumento de arrecadação, sem rever despesas.
“Essa Casa não faltou em nenhum momento às medidas que foram enviadas pelo Ministério da Fazenda e pelo governo e foram aprovadas. Essa nossa posição com relação ao IOF é porque temos um ambiente de, há 2 anos e 5 meses, todas as medidas que aqui chegaram visaram ao aumento de arrecadação. Não chegaram medidas revendo despesas”, disse.
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