POLÍTICA
Haddad tem receitas frustradas com desoneração da folha e Carf
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta 5ª feira (22.mai.2025) que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve frustrações na arrecadação.
O conjunto de medidas do Congresso que compensam a desoneração da folha salarial de 17 setores “não arrecadou nada”, segundo Haddad. Já o pacote anti-deficit arrecadará R$ 81,5 bilhões a menos que o estimado em 2025.
“Não estamos arrecadando nada [em 2025]”, declarou o ministro em entrevista a jornalistas ao comentar sobre a desoneração da folha no Relatório Bimestral de Receitas e Despesas.
Segundo ele, as medidas não foram suficientes nem para compensar as despesas com o benefício tributário em 2024. A política é criticada pelo ministro.
Ele também disse que o caso ter sido levado à Justiça “não era esperado” pela administração petista. O tema está em discussão no STF (Supremo Tribunal Federal), porque foi um gasto tributário permitido pelo Poder Legislativo sem apoio do Executivo.
A equipe econômica calculou que a desoneração da folha salarial dos 17 setores custaria R$ 55 bilhões de 2024 a 2027. As iniciativas aprovadas no Congresso para arrecadar R$ 26 bilhões e compensar a desoneração foram as seguintes:
A frustração de receita com medidas do governo totalizou R$ 81,5 bilhões. O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, declarou que parte tem sido compensada com ações internas.
As estimativas para o pacote antideficit diminuíram de:
O voto de qualidade do Carf foi uma medida anunciada por Haddad que prometia arrecadar R$ 56 bilhões em 2024, mas só rendeu 0,5% do total. Ou seja, R$ 307,8 milhões.
A transação tributária é um acordo feito entre o devedor e a administração tributária para a extinção do litígio. Há condições especiais para a quitação da dívida, como a oferta de descontos.
Segundo Barreirinhas, a receita com o controle de benefícios fiscais teve a incorporação “em parte” na arrecadação corriqueira e, por isso, a estimativa foi zerada.
“Nossos esforços de controle de benefícios fiscais via Dirb (Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária), por exemplo, já têm refletido na arrecadação dos tributos relacionados”, disse.
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