SAÚDE
Campanha de vacinação contra a gripe começou hoje. Veja público-alvo
“Enquanto no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste o pico de casos ocorre no outono e inverno (abril a junho), na Região Norte, devido ao clima tropical e ao regime de chuvas, a maior circulação do vírus acontece no segundo semestre, geralmente entre setembro e novembro, o chamado inverno amazônico”, destaca o ministério, em comunicado à imprensa.
Ao todo, o governo federal adquiriu mais de 73 milhões de doses da vacina, sendo 67,6 milhões para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste e 5,9 milhões para a região Norte. A meta é imunizar 90% dos grupos prioritários, que são mais vulneráveis ou que ficam mais expostos à gripe.
Quem são os grupos prioritários
Crianças de 6 meses a menores de 6 anos.
Idosos.
Gestantes.
Trabalhadores da saúde.
Puérperas.
Professores dos ensinos básico e superior.
Povos indígenas.
Pessoas em situação de rua.
Profissionais das forças de segurança e de salvamento.
Profissionais das Forças Armadas.
Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições Clínicas especiais (independentemente da idade).
Pessoas com deficiência permanente.
Caminhoneiros.
Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso).
Trabalhadores portuários.
Funcionários do sistema de privação de liberdade.
População privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (com idade entre 12 e 21 anos).
Importância da vacinação
A vacina deste ano protege contra três cepas do vírus da gripe: H1N1, H3N2 e B. Ela é e óbitos relacionados à doença, podendo ser aplicada junto com outras vacinas do calendário oficial. O imunizante é contraindicado para crianças menores de seis anos e pessoas com histórico de anafilaxia grave após doses anteriores.
De acordo com a médica infectologista pediátrica Sylvia Freire, do Sabin Diagnóstico e Saúde, as vacinas contra a gripe são formuladas para oferecer proteção contra as cepas mais comuns do vírus influenza.
“A atualização anual é essencial para acompanhar as mutações do vírus e garantir proteção efetiva. Essa mudança leva em consideração os dados epidemiológicos e os vírus predominantes identificados, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS)”, explica.
Para prevenir a doença, além da vacina, de higiene, como lavar as mãos com frequência e evitar o contato próximo com pessoas infectadas. “As medidas de prevenção são essenciais para reduzir a propagação do vírus”, alerta a infectologista.
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