POLÍTICA
Mais 2 ossadas humanas são encontradas em covas rasas em matagal de VG; vídeo
GMVG

Mais duas ossadas humanas foram localizadas, na manhã desta segunda-feira (17), em uma área de mata, do bairro Pirineu, em Várzea Grande. Equipes da Perícia Oficial e de Identificação Técnica (Politec) estão no local. Até agora, quatro corpos já foram encontrados no local.
Segundo a Guarda Municipal, as ossadas estavam na mesma região de mata onde outros dois restos mortais foram achados na semana passada. Os cadáveres estavam em covas rasas.
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) já realiza os primeiros trabalhos junto com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Como já informado na semana passada pelo
, a suspeita do delegado Caio Albuquerque, da DHPP, é de que os corpos sejam dos trabalhadores maranhenses, que estão desaparecidos desde janeiro, já que foram localizadas vestes que podem ser dos jovens. As roupas foram enviadas para as famílias das vítimas.
As vítimas desaparecidas foram identificadas como Diego de Sales Santos, de 22 anos; Wallison da Silva Mendes, de 21 anos; Wermison dos Santos Silva, de 21 anos; Mefibozete Pereira da Solidade, de 25 anos; e Walyson da Silva Mendes, de 25 anos.
O delegado destacou ainda que, mesmo que algum familiar associe algum pertence a uma determinada vítima, só será considerada a identificação oficial feita pelo Instituto Médico Legal (IML). “Vai demorar um tempo, por óbvio, mínimo, diante da urgência, mas por ora a gente aguarda essa identificação”, afirmou.
Desaparecimento
A declaração de desaparecimentos dos maranhenses ocorreu em 10 de janeiro. De acordo com as investigações da Polícia Civil, as vítimas estavam em Várzea Grande a trabalho e não foram mais vistas no alojamento da empresa.
O desaparecimento foi declarado pelo proprietário da empresa, que foi até o alojamento e não encontrou os trabalhadores, mas relatou que achou que eles voltariam posteriormente, mas seguiu sem notícias. O empregador disse à polícia que tentou contato com as vítimas, mas as ligações ficavam mudas e as mensagens pelo WhatsApp não eram recebidas.
A suspeita da DHPP é de que o grupo tenha sido levado por uma facção criminosa e foram vítimas do chamado “Tribunal do Crime”.
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