POLÍCIA

Acusado de agressão, delegado é liberado após esposa não formalizar representação criminal

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Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil de Mato Grosso divulgou uma nota na manhã desta sexta-feira (7) informando que o delegado Mauro Cristiano Perassolli Filho, acusado de violência doméstica contra sua esposa, foi liberado após a vítima não representar criminalmente contra ele.

Perassolli foi detido na noite de quinta-feira (7) após agredir a mulher dentro do apartamento onde residem, no Edifício Cecília Meireles, no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.

De acordo com a nota, o acusado foi conduzido à delegacia sob acusações de dano e injúria real. A vítima foi atendida no Plantão de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá, onde prestou depoimento à delegada plantonista.

“A vítima requereu as medidas protetivas, mas não representou contra o marido, razão pela qual não houve autuação em flagrante conforme previsão legal”, diz trecho da nota.

Ainda de acordo com o documento, a Corregedoria Geral da Polícia Civil acompanha as diligências desde o início da ocorrência, agindo como órgão de controle e apuração do caso.

Perassolli é delegado titular das delegacias de Alto Boa Vista, Porto Alegre do Norte e São José do Xingu.

Consta no boletim de ocorrência, que a mulher relatou que o relacionamento com o marido tem sido conturbado e que as agressões ocorrem há algum tempo.

Ela afirmou ter sido empurrada contra a parede, além de sofrer tentativa de estrangulamento e ter o celular quebrado.

A vítima também declarou que, no dia anterior, foi agredida com um tapa no rosto.

Leia a nota da Polícia Civil na íntegra:

A Polícia Civil esclarece que, durante a ocorrência de violência doméstica na noite de quinta-feira (26.3), no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá, houve a condução de um delegado de polícia por dano e injúria real.

A vítima foi atendida no Plantão de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá, onde foi ouvida pela delegada plantonista.

A vítima requereu as medidas protetivas, mas não representou contra o marido, razão pela qual não houve autuação em flagrante conforme previsão legal.

A Corregedoria Geral da Polícia Civil informa que, possui conhecimento dos fatos e está acompanhando as diligências desde o início da ocorrência, como órgão de controle e para apuração do caso.



Fonte: O Documento

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