POLÍTICA

Aziz chama Gleisi de “militante” e critica possível ida a ministério

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O senador Omar Aziz (PSD-AM) criticou a possível nomeação da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT) para a Secretaria Geral da Presidência da República na 4ª feira (29.jan.2025). Disse não suportar “ministro militante” dentro do governo. 

“Ela é militante, faz críticas ao Haddad [ministro da Fazenda], como é que você vai botar uma ministra que faz críticas ao outro ministro? Como coloca um ministério que não converge, que não tem transversalidade? (…) É uma ótima presidente, é minha amiga, mas eu acho que a Dilma já repetiu esse erro lá atrás”, disse em entrevista ao portal Uol.

Segundo o senador, seu papel é “fiscalizar, apoiar e fazer recomendações”, o que não é possível de ser feito com parte dos 39 ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que não seriam “pragmáticos” a dialogar. Afirmou que o país é “conservador” e sugeriu que o fato deveria ser considerado nas indicações aos ministérios.

“Ninguém pode dizer que não sou aliado do presidente Lula. Temos uma relação muito forte, de respeito e carinho.(…)[mas] eu não suporto ministro militante dentro do governo, e tenho restrições a ministros que não eram nem para estar aí. Que lá atrás, em 2003 e 2004, saíram até do PT”, disse.

Como exemplos de ministros que não estariam fazendo jus às funções das pastas, citou Márcio Macêdo, o atual ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, que não teria um papel definido no governo, e Marina Silva, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

“O governo tem todas as condições objetivas e subjetivas para retomar o comando e mostrar para que veio, mas você não vai retomar o comando com alguns ministros que não se sentam com segmentos da sociedade para debater, discutir, pelo menos ver uma foto. Há 2 anos eu não vejo uma foto da ministra Marina [Silva] sentada com as lideranças do agronegócio”, disse.

A entrada da deputada paranaense Gleisi Hoffmann na Esplanada do presidente Lula já é dada como certa no Planalto e no Congresso. A avaliação, segundo apurou o Poder360, é de que ela merece um reconhecimento por ter sido fiel a Lula desde antes do petista voltar ao Planalto em 2023. 



Fonte: Só Notícias

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