JUDICIARIO
CNJ determina registro de morte por intervenção policial
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou uma resolução que determina a inclusão, nas certidões de óbito, de informações sobre o contexto de mortes decorrentes de intervenção policial.
Com a decisão, o documento deverá registrar que o falecimento ocorreu durante uma intervenção policial, além da causa médica da morte.
Atualmente, a certidão de óbito informa apenas a causa médica, sem mencionar as circunstâncias em que a morte ocorreu.
De acordo com o CNJ, a medida permitirá que familiares tenham acesso mais rápido a eventuais indenizações e benefícios. A iniciativa também deverá facilitar o acompanhamento estatístico das mortes decorrentes de intervenção policial.
A norma foi proposta pelo presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin.
Para Fachin, a inclusão dessas informações nos registros oficiais é necessária para preservar a dignidade das vítimas e de seus familiares.
“Os assentos de óbito de pessoas mortas em intervenções de órgãos de segurança pública anotam apenas a causa médica, sem o contexto da morte. O fenômeno atinge sobretudo a população jovem, negra e periférica”, justificou o ministro.
A resolução foi aprovada durante sessão virtual do CNJ. A votação foi concluída em 29 de outubro.
-
POLÍTICA5 dias agoAlcolumbre marca votação da PEC da segurança pública para terça-feira
-
FIQUEI SABENDO5 dias agoFundación Reintegra Vence o F1® Allwyn Global Community Award no México por Transformar a Reintegração Social dos Jovens
-
Rondonópolis7 dias agoCemitérios municipais tiveram melhorias para receber visitantes no Dia de Finados
-
Rondonópolis6 dias agoCodipi aprova concessão de incentivos fiscais para investimentos de R$ 4,77 bilhões
-
CIDADES6 dias agoPrefeitura anuncia nova sessão do Programa “Prospera + Diamantino” para fornecedores do ramo alimentício
-
MATO GROSSO4 dias agodatas, fatos e feriados de novembro de 2026
-
POLÍTICA3 dias agoLula garante que programas sociais serão mantidos
-
VÁRZEA GRANDE5 dias agoGisa Barros cobra Executivo por atraso no pagamento de acordo trabalhista, desperdício de merenda e falta de transparência fiscal




