Lucas do Rio Verde

Primeiras ovitrampas são recolhidas com ovos do Aedes aegypti

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Os agentes de combate a endemias encontraram ovos do mosquito Aedes aegypti, nas primeiras ovitrampas instaladas nos bairros, Jardim Amazônia e Vida Nova.

Nos dois bairros, foram instaladas 18 armadilhas e em dez foram encontrados ovos do mosquito. As ovitrampas são recolhidas cinco dias após a colocação.

Segundo a supervisora da Vigilância em Saúde Cláudia Engelmann, nas armadilhas onde foram encontrados ovos, indica a presença do mosquito, transmissor da dengue, Zika e Chikungunya.

O equipamento tem como objetivo identificar áreas com maior nível de infestação e a partir do resultado, planejar ações mais pontuais e eficazes no combate ao Aedes aegypti.

A avaliação é bem positiva, o resultado vai direcionar o trabalho do agente para as áreas mais críticas. Estamos recolhendo as ovitrampas instaladas na última semana e instalando novas em outros bairros”, ressalta a supervisora.

O equipamento funciona como armadilha, atraindo a fêmea e incentivando o mosquito a depositar os ovos em um recipiente, que será instalado e recolhido pela equipe de endemias.

De acordo com a supervisora, em todo o município, serão instalados 260 ovitrampas. O trabalho será realizado de forma gradativa, priorizando as áreas com maior número de casos.

A estratégia não substitui a participação da comunidade, eliminando os possíveis criadouros do mosquito e incentivando as crianças e adolescentes (10 a 14 anos) a tomarem a vacina.

Pedimos a colaboração da população, que mantenha os quintais limpos, receba os agentes e permita que eles façam o trabalho deles. A dengue pode levar a morte e ações simples podem evitar”, finalizou Engelmann.

Como funciona a ovitrampa?

  • A ovitrampa é instalada em um ponto estratégico, definido com base no índice de infestação do mosquito.
  • Trata-se de um pequeno recipiente, onde é colocado um ml de levedo de cerveja, que é o atrativo para o mosquito, e 300 ml de água.
  • A armadilha também contempla uma paleta de eucatex, onde o mosquito bota os ovos. A armadilha permanece no local por cinco dias.
  • Após o período, o agente de combate a endemias recolhe e leva para o laboratório, onde é realizada a contagem dos ovos.
  • O resultado é inserido em um aplicativo do Ministério da Saúde, chamada Contaovos.
  • A estratégia possibilita o monitoramento da região e o planejamento de ações mais pontuais e eficazes no combate ao Aedes aegypti.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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