POLÍTICA
Fagundes busca parcerias para ampliar acesso sade vascular
O senador Wellington Fagundes (PL-MT) participou no Hospital São Paulo, da Unifesp, de um mutirão nacional de escleroterapia com espuma promovido durante um curso pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV).
A ação, realizada no fim de semana, reuniu especialistas de todo o país, como a médica Larissa Costa, de Rondonópolis, que enfatizou ao senador a importância da iniciativa para a atualização médica. “O acesso a novas tecnologias permite oferecer um atendimento mais moderno e eficaz no interior de Mato Grosso”, disse.
Wellington defendeu levar mutirões como este para Cuiabá, Rondonópolis e Sinop. “Temos hospitais importantes, como o Júlio Müller, e instituições de ensino superiores que já formam profissionais da saúde. Podemos unir esses esforços para ampliar o acesso ao tratamento de varizes no SUS e formar uma rede regional permanente de atendimento”, afirmou.
Mais de 300 mulheres foram atendidas gratuitamente com o procedimento eficaz que consiste na aplicação de uma substância esclerosante para obstruir vasos comprometidos.
Fagundes também estava acompanhado do senador Marcos Pontes, (PL/SP), outro parlamentar antenado com as inovações na área da saúde. “É possível cuidar das pessoas com técnica, inovação e dignidade. Pacientes que conviviam com dor, inchaço e dificuldade para caminhar voltaram a ter qualidade de vida. É esse o tipo de política pública em que eu acredito — aquela que transforma realidades e alcança quem mais precisa.”
Segundo o Ministério da Saúde, mais de 77 mil pessoas aguardam hoje por cirurgias de varizes no SUS, dentro de um total de 667 mil procedimentos eletivos em fila no país.
O presidente da SBACV, Dr. Armando Lobato, defendeu a expansão dos mutirões: “As filas são gigantes no Brasil. É preciso replicar esses mutirões com apoio das lideranças políticas, da academia e da rede pública de saúde. A participação dos dois senadores aqui hoje, nos dá respaldo para pensar nisso de forma estruturada.”
Para Wellington, o modelo de São Paulo deve ser levado a estados com maior demanda reprimida:
“Precisamos democratizar o acesso à medicina moderna. Mato Grosso está preparado para isso, com universidades comprometidas, médicos qualificados e uma população que precisa de atendimento. A saúde da mulher e a dignidade no cuidado têm que ser prioridade.”
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