POLÍTICA

Wellington cobra novo ministro da Previdência: “assumiu o lugar de quem admitiu safadeza no INSS”

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Conteúdo/ODOC – Durante audiência do Senado, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) criticou duramente a condução da Previdência Social e cobrou respostas do novo ministro da pasta, Wolney Queiroz, sobre o escândalo que resultou na saída do ex-ministro Carlos Lupi. Em tom contundente, Fagundes lembrou que Wolney assume “o lugar de um ministro que admitiu que houve safadeza” no caso do INSS. O discurso foi destacado nas redes sociais de Fagundes, que é pré-candidato ao Governo de Mato Grosso.

“O senhor assumiu o cargo substituindo ao ministro que assumiu que houve safadeza. Ele disse isso. E aí, quem vai devolver esse dinheiro?”, questionou Wellington.

O escândalo

A crise no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estourou após auditorias da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU) apontarem pagamentos indevidos e indícios de fraudes em benefícios. As falhas geraram prejuízos milionários e escancararam a fragilidade dos sistemas de controle do órgão.

O ex-ministro Carlos Lupi (PDT) acabou deixando o cargo em abril, após admitir publicamente que “houve safadeza” nos desvios. A frase, que gerou forte repercussão, foi usada como base para críticas à condução da pasta.

Críticas e cobranças

Na audiência, Wolney Queiroz foi sabatinado por senadores e pressionado a apresentar soluções para os problemas herdados. Para Fagundes, as explicações até agora são insuficientes, especialmente diante da possibilidade de que os prejuízos recaiam sobre os próprios aposentados.

“O que ouvimos é que o próprio INSS vai devolver. É isso? O dinheiro dos aposentados vai ser usado para cobrir a falcatrua? Eu quero essa resposta de um técnico e do ministro também”, cobrou.

O parlamentar também apontou que mais de 400 mil pessoas ainda enfrentam dificuldades para acessar seus benefícios, e pediu que Wolney vá além da defesa do governo:

“Esperamos de Vossa Excelência muito mais do que a defesa do governo. É a defesa da nossa Previdência”.



Fonte: O Documento

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