POLÍTICA
Vice-prefeito diz no nomear parentes: ‘no dou emprego pblico’
O vice-prefeito de Várzea Grande, Tião da Zaeli (PL), denfendeu a criação de 15 novos cargos comissionados para seu gabinete, aprovada pela Câmara Municipal no dia 18 deste mês. O gestor afirmou que os postos não serão ocupados imediatamente e que a medida busca atender à crescente demanda por ações administrativas desde que ele assumiu a Secretaria Municipal de Educação e o Departamento de Água e Esgoto (DAE).
“Quero deixar claro aqui que esses cargos não serão preenchidos assim de imediato. Vai ser gradativo e de acordo com a necessidade”, afirmou Zaeli em entrevista à Rádio Cultura FM, nesta terça-feira (24), acrescentando que tem atuado diretamente no apoio à prefeita Flávia Moretti em diversas áreas da gestão.
O projeto de lei complementar nº 17/2025, que alterou o Anexo II da Lei Complementar Municipal nº 4.083, foi aprovado por 13 votos favoráveis e dois contrários na Câmara. Segundo estimativas da própria prefeitura, os novos cargos gerarão impacto de R$ 70,2 mil por mês e aproximadamente R$ 922,6 mil ao ano. A justificativa oficial sustenta que a ampliação visa “adequar o quadro de servidores do gabinete do vice-prefeito às demandas e necessidades da administração pública municipal”.
Tião da Zaeli destacou que a medida não tem caráter político ou de favorecimento pessoal. “Eu sou um vice-atuante. Eu tenho dado suporte para a prefeita em todas as áreas. E hoje estou à frente da Secretaria da Educação e do DAE. A população de Várzea Grande sabe que eu sou um político que não leva vantagem da política”, declarou.
Ele também reforçou seu histórico de austeridade com o dinheiro público. “Quando fui prefeito, não usava carro da prefeitura, não usava telefone. Todo o meu salário reverte para a população. Não estou aqui para tirar proveito disso”, disse. Sobre as críticas que classificam os novos cargos como um possível “cabide de emprego”, Zaeli rebateu. “Desafio alguém a mostrar que tenho parente na prefeitura, se dei emprego para algum parente. Dou suporte para minha família, mas não dou emprego público”, garantiu.
Segundo o vice-prefeito, a demanda de trabalho aumentou significativamente e é impossível atender todas as solicitações da comunidade sem uma equipe mínima de apoio. “Eu tenho sido cobrado constantemente. Não tenho dado conta das demandas. Preciso de estrutura para dar suporte à prefeita e também aos empresários que nos procuram diariamente”, concluiu.
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