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Taques e Silval so piores governadores da histria de MT; Mauro o melhor

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Uma pesquisa do instituto Percent Brasil, no final de maio, revelou que o advogado Pedro Taques e o empresário Silval Barbosa são considerados os piores governadores da história de Mato Grosso nos últimos 35 anos. Ambos foram citados por mais de 30% dos entrevistados, como protagonistas de gestões péssimas a frente do Palácio Paiaguás, assim como o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), escolhido como o pior gestor federal no período.

Na pesquisa, foi questionado aos entrevistados qual foi o pior governador de Mato Grosso nos últimos 35 anos. O primeiro lugar, com 35,5%, ficou com Silval Barbosa, que teve a gestão marcada por escândalos de corrupção, entre 2011 e 2014.

No entanto, ele foi seguido de perto por Pedro Taques, com 32,1%, que foi eleito justamente com um discurso de combate a corrupção, mas teve uma administração marcada por conflitos com servidores públicos e atrasos salariais, entre 2015 e 2018. O terceiro pior governador, segundo 11,3% dos eleitores mato-grossenses, foi Jayme Campos, que comandou o estado entre 1991 e 1995.

Com menos de 10% neste quesito, foram apontados os nomes de Mauro Mendes (2019 até os dias atuais, com 9,7%), Blairo Maggi (2003 a 2010, com 4%), Rogério Sales (2022, com 3,3%) e Dante de Oliveira (1995 a 2002, com 2,3%. A pesquisa apontou ainda que 1,3% dos entrevistados não apontaram nenhum nome, e que outros 0,8% não souberam responder.

MELHOR GOVERNADOR

A pesquisa apontou ainda que Mauro Mendes faz a melhor gestão dos últimos 35 anos, no Governo do Estado. Ele foi apontado como o melhor administrador que já passou pelo Palácio Paiaguás por 38,7% dos entrevistados, a frente do megaempresário do agronegócio, Blairo Maggi, que teve o nome apontado por 25,6% dos eleitores.

Na terceira posição, aparece Dante de Oliveira, falecido em 2006, e que teve o nome lembrado por 21,3% dos entrevistados. Na sequência, apenas 4,8% apontaram o nome de Jayme Campos, sendo ele seguido por Pedro Taques, com 1,7%, e Silval Barbosa, com 1,6%. Tendo ficado apenas 8 meses no cargo, Rogério Salles foi citado por apenas 0,8%, enquanto 4% dos ouvidos pelo instituto não indicaram nenhum nome e outros 1,5% não se lembraram de ninguém.

PIOR PRESIDENTE

O Percent Brasil também questionou os eleitores sobre quem foi o pior presidente da República nos últimos 35 anos e o mais citado pelos entrevistados foi o atual ocupante do cargo, Luiz Inácio Lula da Silva (2003 a 2010 e 2023 até os dias atuais), com 41,4%, sendo seguido por Jair Bolsonaro (2019 a 2022), com 31,8%. Dilma Rousseff, que comandou o país de 2011 até seu impeachment, em 2016, foi a terceira pior com 18,1%.

Em quarto lugar, com 6,3%, apareceu Fernando Collor, que comandou o país entre 1990 e 1992, quando também sofreu um processo de impeachment. Seu vice e sucessor, Itamar Franco, que ocupou o cargo entre 1992 e 1995, foi apontado por 0,8%, mesmo percentual de Michel Temer, vice de Dilma Rousseff que ficou à frente do Palácio do Planalto entre 2016 e 2018. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2002), não teve o nome citado com pior presidente dos últimos 35 anos.

MELHOR PRESIDENTE

Os eleitores mato-grossenses apontaram que Jair Bolsonaro foi o melhor presidente da República de 1990 até os dias atuais, com 50,7% dos entrevistados citando seu nome. Luiz Inácio Lula da Silva foi o segundo, com 30,3%, enquanto a terceira posição registrou um empate entre Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer, ambos com 4,8%.

Dilma Rousseff foi apontada por 3,3% dos entrevistados, a frente de Itamar Franco, com 2,5% e Fernando Collor de Mello, com 0,8%. A pesquisa apontou que 1,4% dos eleitores não citaram nenhum nome, 0,7% não lembraram de nenhum e outros 0,7% não responderam.

O instituto Percent Brasil ouviu 1,2 mil eleitores, entre os dias 27 e 30 de maio, nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Cáceres, Primavera do Leste e Barra do Garças. O intervalo de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,83 pontos percentuais, para mais ou para menos.





Fonte: Folhamax

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