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Servidores de 15 campi do IFMT paralisam atividades nesta quinta

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Os servidores de 15 campi do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) anunciaram paralisação de suas atividades nesta quinta-feira (26). De acordo com as informações, o movimento visa cobrar o Governo Federal do cumprimento dos Acordos de Greve firmados em 2024 com os docentes e técnicos-administrativos em educação. 

Assessoria

Paralisa��o IFMT

O ato acontece em adesão ao Dia Nacional de Paralisação e Luta, convocado pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE). A paralisação foi aprovada em Assembleia Geral da Seção Sindical Mato Grosso do SINASEFE, realizada na última segunda-feira (23), e vai atingir diversos campi do IFMT espalhados pelo estado, o que deve impactar o funcionamento das unidades e das atividades educacionais em 13 municípios. 

Entre as reivindicações da categoria estão: o retorno imediato dos steps na carreira docente, a publicação da nova RAD (Resolução de Atividades Docentes), a liberação do controle biométrico de frequência dos professores, a jornada de 30 horas semanais para TAEs, e o encaminhamento da lei para o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC). Além disso, os servidores pedem a suspensão dos trabalhos do GT da Reforma Administrativa, que segundo o sindicato ameaça diretamente os serviços públicos e os direitos dos trabalhadores da educação.

O sindicato defende que a paralisação é legítima e busca apenas o cumprimento do que já foi acordado com o próprio Governo Federal após a intensa greve de 2024. Os servidores paralisados retornam às atividades na sexta-feira (27).

Veja, abaixo, os campi que serão afetados pela paralisação:

  • Alta Floresta
  • Barra do Garças
  • Campo Novo do Parecis
  • Confresa
  • Cuiabá Bela Vista
  • Cuiabá Octayde Jorge da Silva
  • Diamantino
  • Juína
  • Lucas do Rio Verde
  • Pontes e Lacerda
  • Primavera do Leste
  • Sorriso
  • Tangará da Serra
  • Várzea Grande
  • Reitoria

 

Os campi de Guarantã do Norte, Rondonópolis e Sinop optaram por não aderir ao movimento, por decisões locais.

Com presença em todas as regiões do estado, o IFMT atende milhares de estudantes do ensino médio, técnico, da graduação e da pós-graduação, sendo uma das principais instituições públicas de ensino em Mato Grosso.





Fonte: RDNews

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