POLÍTICA

Presidente do TCE recua e v CPI como desnecessria

Published

on


SERGIO RICARDO.jpg

 

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Sérgio Ricardo, recuou do seu posicionamento favorável a instauração de uma CPI na Assembleia Legislativa (ALMT) para investigar os empréstimos consignados dos servidores públicos de Mato Grosso, a agora classifica a possibilidade dos parlamentares criarem sua própria investigação como desnecessária.  

Segundo o presidente da Corte de Contas, os trabalhos que o TCE vem fazendo já seria aprofundado, o que retira a necessidade de uma CPI. “Depois de tudo que nós já levantamos, porque a CPI ela demandaria muito mais tempo. E nós, o trabalho conjunto da Assembleia Legislativa com o Tribunal de Contas, nós chegaremos a um resultado e às informações muito mais rápido”, disse nesta terça-feira (17).  

Sérgio Ricardo cita, por exemplo, o prazo para que todas as empresas encaminhem até o dia 30 de junho, os contratos de todos os empréstimos consignados com servidores, aposentados e pensionistas do governo do Estado.   

“A partir daí, mais alguns dias para que os servidores  possam acessar esses resultados e eu entendo que essas informações, esse volume de informações e essa excelência na informação, pode tornar sem necessidade de uma CPI, mas é isso é coisa da assembleia decidir”, justificou.  

Na semana passada, o presidente do TCE disse que se fosse deputado estadual ele teria assinado os dois requerimentos que existem pedindo abertura de CPI para investigar os consignados.  

A polêmica envolvendo a criação de uma CPI vem se arrastando nas duas últimas semanas. Os defensores da CPI defendem que tudo deve ser investigado para saber se existem responsabilidades de agentes públicos. O TCE chegou a afirmar que não iria investigar o passado, ou seja, possíveis problemas antes de 2024.  

As investigações iniciaram após o Sindicato dos Profissionais da Área Instrumental do Governo (Sinpaig) apresentar dezenas de reclamações de servidores contra a empresa Capital Consig e demais empresas que pertencem ao grupo econômico.   As empresas são investigadas por denúncias de fraude e descontos indevidos de consignados em mais de 12 mil servidores públicos do Estado.





Fonte: Folhamax

Comentários
Continue Reading
Advertisement Enter ad code here

MATO GROSSO

Advertisement Enter ad code here

POLÍCIA

Advertisement Enter ad code here

CIDADES

Advertisement Enter ad code here

POLÍTICA

Advertisement Enter ad code here

SAÚDE

As mais lidas da semana