POLÍTICA
Paula Calil afirma que recesso no frias
A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), esclareceu que o recesso parlamentar, previsto para ter início no próximo dia 17 de julho, com retorno marcado para 1º de agosto, não deve ser confundido com férias para os vereadores. Segundo ela, trata-se apenas de uma pausa nas sessões ordinárias, prevista na Lei Orgânica do município.
A vereadora destacou que a Casa de Leis continuará funcionando normalmente durante o período, inclusive com o atendimento nos gabinetes parlamentares. Caso necessário, sessões extraordinárias poderão ser convocadas a qualquer momento.
“É importante frisar que o recesso não significa férias para os vereadores, nem tampouco para esta Casa Legislativa. Trata-se de um ato previsto no Regimento Interno, que se refere exclusivamente a uma pausa nas sessões plenárias. As demais atividades e setores seguem seu fluxo normal, sem interrupções. Se houver necessidade, votações extraordinárias podem ser realizadas a qualquer momento”, explicou Paula.
A parlamentar ressaltou ainda que o período serve para reorganizar os trabalhos, ajustar o cronograma de ações legislativas para o próximo semestre e até mesmo realizar intervenções na estrutura física, se preciso, sem prejudicar o planejamento anual dos trabalhos.
“É um tempo para nos organizarmos internamente, promover ajustes estruturais e administrativos, de modo a melhorar ainda mais a prestação de serviços no retorno das atividades plenárias. Eu, vereadora Paula Calil, seguirei desempenhando normalmente as funções para as quais fui eleita, com estratégias e um planejamento de trabalho ainda mais eficiente”, afirmou.
Paula também lembrou que, no início deste ano, durante o recesso parlamentar, três sessões extraordinárias foram realizadas na Câmara para votação de projetos importantes, como o auxílio financeiro às famílias atingidas pelas fortes chuvas na capital e alterações no Regimento Interno da Casa, entre outras pautas.
Ela reforçou que a participação dos vereadores nessas sessões não gera qualquer pagamento adicional, uma vez que as sessões extraordinárias fazem parte das atribuições previstas no exercício do mandato parlamentar.
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