POLÍTICA
Correspondentes denunciam manobra de sindicatos para assumir consignados no Estado
Correspondentes bancários denunciam que a crise sobre o funcionamento dos consignados é campanha difamatória com o objetivo de retirar do mercado empresas consolidadas, afastar o Estado e assumir diretamente a gestão do crédito consignado em Mato Grosso. Uma briga também política, pois, tem muito de oportunismo para fazer a situação um palanque para aparecer, criticar e pouco resolver. E ainda sem ouvir quem trabalha no setor. Quem opera o crédito consignado para as empresas são pessoas, trabalhadoras e honestas.
De acordo com representantes presentes em reunião da mesa técnica promovida pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nesta quinta-feira (12), sob pressão do próprio sindicato foi incluído o inciso IV no novo regulamento estadual para funcionamento do crédito consignado, permitindo que sindicatos atuem como consignatárias, mesmo não sendo instituições financeiras e ferindo diretamente o princípio da livre concorrência.
A atuação sindical, de quem se defensor do servidor, agora revela um interesse escancaradamente econômico. O sindicato tenta se posicionar como “operador financeiro”, atuando lado a lado com grandes bancos e eliminando do mercado sociedades de crédito e correspondentes bancários que oferecem taxas mais acessíveis e atendimento direto.
A nova redação, ao permitir essa atuação, prejudica o servidor público, restringe a concorrência e tende a aumentar os juros praticados no mercado, expõem os profissionais que atuam no mercado.
“Nós, correspondentes bancários, que atuamos com seriedade e transparência em todo o Estado, começamos a entender o verdadeiro motivo de se fomentar essa instabilidade no setor: tomar para si o controle do consignado, atropelando a legalidade e ignorando o impacto disso para mais de 3.000 profissionais que atuam no Mato Grosso.” declarou Ocimar Ribeiro, um dos representantes dos correspondentes bancários.
O movimento deixa claro que os ataques feitos contra as empresas a partir da Capital Consig foram parte de uma estratégia para ocupar seu lugar de liderança. Os correspondentes alertam ainda que essa medida é nociva, anticompetitiva e injusta. “Representa um retrocesso para o mercado e, principalmente, para os servidores, que perdem liberdade de escolha e ficam reféns de um modelo único controlado por interesses políticos e financeiros”, afirmou.
-
VÁRZEA GRANDE6 dias agoNotícias — Câmara Municipal
-
POLÍTICA6 dias agoSinop abre semana com 261 vagas de emprego disponibilizadas pelo Sine
-
MATO GROSSO6 dias agoMotoristas de ônibus fazem paralisação na zona sul de São Paulo
-
CIDADES6 dias agoPrefeitura de Primavera do Leste capacita entidades do Terceiro Setor para aprimorar prestação de contas
-
POLÍTICA6 dias agoConfira a agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (19)
-
POLÍTICA6 dias agoEntre sabores e natureza, turismo rural ganha novos caminhos em Sinop
-
POLÍCIA7 dias agoForça Tática prende casal suspeito de tráfico e apreende 93 porções de drogas em Nova Mutum
-
POLÍCIA6 dias agoPM prende suspeito por furto de telhas termoacústicas e apreende arma de fogo e R$ 54,6 mil

