POLÍTICA
Vereador v Mauro e Fagundes como nomes fortes
O vereador por Cuiabá Rafael Ranalli (PL) considera que o senador Wellington Fagundes (PL) e o governador Mauro Mendes (União Brasil) agora estão “endireitados” e apoia dobradinha entre nomes do grupo do gestor com o PL para composições tanto no governo do Estado quanto ao nível federal nas eleições de 2026. O parlamentar ainda declarou que apoia o nome de Fagundes em detrimento do empresário do agro, Odilio Balbinoti, para o governo do Estado.
Em uma análise de possíveis cenários eleitorais no próximo ano, o bolsonarista vê como positiva a união entre o Partido Liberal e o Republicanos.
“Particularmente fico triste porque eu queria que o 22 fosse cabeça de chapa ou que o Pivetta então viesse para o PL, porém se houver essa composição e o Ananias, o PL, anuir eu fico feliz porque a Samantha representa bem nossas pautas de direita bolsonarista e ratificaria essa composição com Mauro e Medeiros no Senado, uma chapa forte de federal nos dois partidos e vejo com bons olhos. Eu queria que o governo fosse 22, mas a gente vai pra rua e pede voto”, argumentou.
Contudo, Ranalli opinou que vê como candidato natural ao governo do Estado pelo PL o senador Wellington Fagundes, que considera o principal líder de oposição no senado e por ter proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Já em relação ao nome do empresário do agro Odilio Balbinotti Filho, cotado nos bastidores para uma filiação ao PL e disputa interna na sigla pelo governo do Estado, o vereador acredita que seja mais um “atuante nos bastidores”, já que financiou diversas campanhas de bolsonaristas nas eleições de 2024.
“O Bolsonaro veio para o PL e o Wellington ajudou nessa vinda dele [ao partido], sempre foi favorável ao Bolsonaro, acredito que agora ele ta ‘endireitado’”, destacou. Em relação ao nome do governador Mauro Mendes (União), Ranalli acredita na força do capital político do chefe do Executivo por conta dos resultados apresentados na gestão, principalmente na área da segurança pública, com o programa Tolerância Zero.
“O estado tem números significativos e o apoio do Mauro não foi aquele ao Botelho. A meu ver, o Mauro queria apoiar Abílio desde o início. O Mauro tem um nome forte e ele também ‘ta endireitado’”, assinalou.
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