SAÚDE
Mulher sente cheiros bizarros e é diagnosticada com câncer no cérebro
A suspeita de que os “cheiros fantasma” não eram besteira veio quando os odores
Leia também
Sintomas de câncer no cérebro
Os sintomas variam de acordo com a localização do tumor no cérebro e costumam ser progressivos. Eles podem facilmente ser confundidos com os sintomas mais comuns do AVC. Entre os mais comuns, estão:
Dor de cabeça persistente, especialmente ao acordar ou ao se deitar.
Náuseas e vômitos sem causa aparente.
Convulsões em pessoas sem histórico.
Alterações de visão, audição, fala ou equilíbrio.
Perda de memória, confusão mental e mudanças de comportamento.
Fraqueza em um lado do corpo.
Preocupada, Fiona suspeitou que os sintomas indicassem um pequeno acidente vascular cerebral (AVC). Ela procurou um clínico geral do NHS, o serviço público de saúde do Reino Unido, mas o médico a informou que seus sintomas não eram preocupantes.
Com o tempo, além dos odores fantasma, ela passou a sentir dores de cabeça intensas. Por isso, a aposentada decidiu procurar uma segunda opinião. Em outubro, ela conseguiu fazer uma ressonância magnética particular que revelou a causa dos episódios: um câncer no cérebro localmente avançado e extremamente agressivo.
3 imagens 
Fechar modal. 



Câncer no cérebro agressivo
Fiona recebeu o diagnóstico de glioblastoma. O tumor é muito agressivo e cresce rapidamente, atingindo aproximadamente 1 a cada 100 mil pessoas globalmente. Apenas 25% dos pacientes sobrevivem mais de um ano após a descoberta do tumor e apenas 5% estão vivos mais de cinco anos após o diagnóstico.
“Os glioblastomas se formam a partir das células da glia, responsáveis por sustentar os neurônios, e estão entre os tipos de tumores mais comuns. Como muitos dos sinais podem ser confundidos com outras doenças neurológicas, é preciso que qualquer sintoma persistente ou progressivo seja avaliado com exames de imagem, como tomografia computadorizada e preferencialmente ressonância magnética”, explica o oncologista Flávio Brandão, da Oncoclínicas.
Mobilização
Apesar de ter recebido o prognóstico de que viveria só um ano, Fiona se engajou no tratamento para tentar superar a sentença. Ela, com radioterapia e quimioterapia. Pela localização do tumor, não é possível fazer cirurgia para sua retirada.
Mesmo com a resposta inicial considerada satisfatória, os efeitos colaterais foram severos, incluindo fadiga extrema, perda de peso e apetite. Determinada a manter o ânimo, a aposentada retornou lentamente às atividades que ama, como cozinhar.
O filho de Fiona, Jonny Charles, decidiu tomar a frente do cuidado da mãe e tem se empenhado para divulgar os desafios enfrentados por pacientes com tumores cerebrais e arrecadar fundos à pesquisa para aprimorar o tratamento.
Siga a editoria de e fique por dentro de tudo sobre o assunto!
-
MATO GROSSO3 dias agoALMT tem agenda intensa de reuniões e audiências públicas
-
MATO GROSSO3 dias agoMega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 150 milhões nesta quarta
-
POLÍCIA6 dias agoPolícia Militar apreende mais de 200 tabletes de entorpecentes em Pontes e Lacerda
-
MATO GROSSO4 dias agoArcebispo de Aparecida pede desarmamento e atenção à fome e à pobreza
-
Rondonópolis7 dias agoContribuintes com dívidas em 2026 também serão contemplados no Quita Fácil 2026
-
Rondonópolis7 dias agoPit stop leva conscientização contra câncer de mama e de colo do útero para semáforo
-
POLÍCIA7 dias agoPolícia Militar prende mulher que esfaqueou companheiro em Cuiabá
-
POLÍCIA6 dias agoOperação Via do Cobre fecha o cerco contra sucatões irregulares e prende três pessoas em Cuiabá


