POLÍTICA
Jayme rechaa imposies e garante estar pronto para eleio
O senador Jayme Campos (União Brasil) avalia que está preparado para disputar as eleições de 2026 tanto ao cargo de governador quanto ao de Senador em caso de reeleição. O parlamentar ainda alerta que nenhuma candidatura deve ser imposta e que tem bagagem política para o pleito, assim como experiência de entender o melhor momento para decisões deste porte.
“Com certeza estou preparado tanto para governador quanto senador para disputar. Quem vai decidir isso vai ser o futuro. Não vou ser candidato de mim mesmo. Nenhuma candidatura pode ser imposta. Nenhuma. Todos os que eu vi impor candidatura foi fadado ao insucesso. E Jayme Campos tem experiência suficiente para saber o momento certo para nós tomarmos a decisão”, disse a imprensa.
Conforme Campos, qualquer cidadão tem o direito de pleitear uma candidatura e destacou que tem feito sua parte para se consolidar. Ele ainda citou que vários nomes já se colocaram à disposição e que o povo escolherá quem tem serviços prestados. “Não tenho dúvida alguma que quanto mais candidato é melhor. E aquela velha máxima, né? Quem tiver a boca maior, come a outra”, disse.
Contudo, Jayme adotou postura de ponderação e cautela quanto à espera por definições sobre os nomes que serão lançados em candidaturas do partido nas eleições de 2026.
Ele, que há pouco tempo cobrava uma definição do seu grupo político em meio as sua pretensão política ao governo do estado, mas que se via diante do apoio de Mauro Mendes (União Brasil) a Otaviano Pivetta (Republicanos) ao cargo no ano que vem, agora estuda aguardar o momento certo para as conversas e citou a distância temporal do período eleitoral, bem como fusões, janela partidária e outros fatores influenciam o pleito.
“Qualquer decisão hoje, é extremamente inócua. Não é o momento certo. As eleições vão acontecer em outubro de 2026. Os últimos prazo de filiação quando vai terminar? Dia 4 de agosto de 2026. […] Tudo isso vai ter que ser discutido. Ele [Mauro Mendes] já disse, que ele declarou o apoio, o Mauro Mendes, não o União. O União não é particularidade de ninguém, o partido não é feito de uma pessoa só, é os filiados, militância, deputados, senadores”, argumentou.
Em relação a possível fusão do União Brasil com o Partido Progressista (PP) no estado de Mato Grosso, Jayme crê que o cenário político será diferente para as composições e também deve ser pauta de discussão interna na sigla.
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