POLÍTICA
Família comemora prisões e pede que crime bárbaro não fique impune
A família do advogado Renato Nery, executado a tiros em Cuiabá, elogiaram todo o empenho da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá para elucidar o crime. O homicídio ocorreu no dia 5 de julho de 2024, em frente ao escritório dele, na Avenida Fernando Corrêa.
Nessa sexta-feira (09), o casal Cesar Jorge Sechi e Julinere Goulart Bastos foi preso, apontado como mandante da execução. Cesar e Julinere já haviam sido alvos da Polícia Civil em abril deste ano. Na ocasião, eles eram suspeitos de intermediar o assassinato.
Em nota, a família informou que acompanhou as prisões pela imprensa e que confiam na Justiça para que os culpados sejam punidos. “[A família] permanece firme, confiando na Justiça, que atua para que esse crime bárbaro não fique impune”, diz trecho.
Annie Souza/Rdnews

Renata e Livia Nery, filhas do advogado Renato Nery, que foi executado, concedem entrevista exclusiva ao Rdtv Cast.
A assessoria da família também afirmou que acredita que o inquérito está próximo da conclusão.
O assassinato
Renato Nery morreu aos 72 anos, atingido por disparos de arma de fogo na frente de seu escritório, na Capital. O advogado foi socorrido e submetido a uma cirurgia em um hospital privado de Cuiabá, mas morreu horas após o procedimento médico.
Desde a ocorrência, a DHPP realizou inúmeras diligências investigativas, com levantamentos técnicos e periciais, a fim de esclarecer a execução do advogado. Um caseiro e cinco PMs estão presos suspeitos de envolvimento do crime.
Confira a nota na íntegra:
A família do advogado assassinado Renato Nery informa que está acompanhando, pelos veículos de comunicação, a ação da Polícia Civil que resultou na prisão de dois suspeitos pelo mandado do crime, além do cumprimento de busca e apreensão domiciliar.
Os familiares acreditam que o inquérito segue para sua conclusão, graças ao empenho da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Ministério Público. Informam ainda que aguardarão os desdobramentos das prisões para futuras manifestações, mas permanecem firmes, confiando na Justiça, que atua para que esse crime bárbaro não fique impune.
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