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Capital Consig faz recall de contratos de cartões consignados de servidores de MT
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A Capital Consig deu início a um processo de recall para atualização e revalidação dos contratos de cartão de crédito consignado firmados com servidores públicos do Estado de Mato Grosso. A medida atende solicitação da Controladoria Geral do Estado (CGE), que faz um raio x no setor. Além disso, conforme a empresa, busca reforçar a transparência e a segurança nas relações contratuais, que respeitam as diretrizes do Banco Central e da legislação vigente.
Além do recall, a empresa emitiu e está enviando mais de 7 mil cartões consignados aos servidores que contrataram o serviço durante a vigência do convênio com o Estado, sendo todos já estão sendo comunicados. Para facilitar o processo, a Capital Consig vai disponibilizar um link exclusivo para emissão da segunda via dos contratos. Além disso, haverá suporte via e-mail exclusivo para tratar deste assunto (ouvidoriamt@capitalconsig.com.br) e WhatsApp (11) 96657‑8829.
Tema tem dominado o debate no Estado e na Assembleia. O governo determinando a criação de uma força-tarefa para verificação e apuração de possíveis irregularidades cometidas por empresas consignatárias conveniadas ao Estado, em relação a créditos e valores consignados aos servidores ativos e inativos. Já na Assembleia, deputados cobram informações e tramita um decreto legislativo, proposto pelo deputado estadual estadual Wilson Santos (PSD) , que busca sustar os efeitos do convênio 030/2022, suspeito de descontos indevidos nos empréstimos consignados de servidores públicos estaduais de Mato Grosso.
“O apontamento feito até o presente momento pela Controladoria Geral do Estado em relação a divergência em 39 contratos já foi sanado pela Capital Consig e, para evitar que ocorra o mesmo problema novamente, a empresa tomou esta iniciativa junto aos servidores”, assevera o diretor da empresa, Wilderson Abel.
O diretor informou ainda que todas as operações realizadas por meio do MTCard seguem critérios rigorosos de validação, com solicitação expressa do cliente, análise documental, controle sistêmico e respeito à margem consignável. “Salientamos que as taxas praticadas são reguladas por decreto do Governo do Estado e que é seguido com transparência e retidão pela Capital Consig”, explicou.
Por fim, Wilderson reiterou o compromisso da Capital Consig com a conformidade e a ética, destacando que todos os seus processos estão auditados e em plena regularidade. “Reafirmamos nosso respeito ao servidor público e a manutenção de práticas alinhadas às exigências legais e institucionais”.
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