POLÍTICA
Alckmin promete ir ao STF para destravar ferrovia Sinop-Miritituba
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, disse hoje, que pretende trabalhar junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para destravar a “Ferrogrão”, ferrovia de 930 quilômetros projetada para ligar Sinop ao porto de Miritituba, no Pará. A fala foi durante o painel de abertura do Congresso da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho).
“Temos que acelerar a Ferrogrão, vou trabalhar lá no Supremo Tribunal Federal para liberar, pois a Ferrogrão é importantíssima para a logística. Integrar modais, ferrovia com hidrovia, integração de modais, crédito, plano safra”, afirmou Alckmin, sendo aplaudido pelos presentes.
“Eu fiz a BR-163 de carro. É uma epopeia. Então, na realidade, é fundamental a Ferrogrão e a sua chegada até o porto de Miritituba. E aí, com hidrovia, e já ir pelo Arco Norte para o resto do mundo, você reduz muito o custo, você ganha competitividade e renda e ajuda o meio ambiente”, complementou.
Na semana passada, representantes da Confederação Nacional do Transporte (CNT) se reuniram com integrantes do Ministério dos Transportes para discutir o andamento do projeto da Ferrogrão, que serviria para escoar a safra agrícola de dezenas de municípios e transporte de insumos até o Nortão com frete menor e maior rapidez, reduzindo a dependência da malha rodoviária e dos portos do Sudeste, com ganhos em eficiência, menor impacto ambiental e redução de custos logísticos, especialmente diante do crescimento da safra de grãos.
Durante o encontro, a CNT destacou a importância de projetos de Estado que priorizem a multimodalidade e promovam uma logística mais eficiente, integrada e sustentável. “No caso da Ferrogrão, entendemos que é fundamental discutir uma solução logística que atenda às necessidades da região, especialmente diante do crescimento previsto da produção agrícola. O escoamento da safra precisa ser garantido de forma estruturada, considerando impactos econômicos, sociais e ambientais”, afirmou Valter Souza.
O projeto da ferrovia passou por ajustes, feitos recentemente, após ficar anos parado no STF por conta de uma ação que questionava impactos ambientais próximo a reserva indígena no Pará. A Agência Nacional de Transportes Terrestres fez ajustes e é esperada aprovação. O projeto inicial previa que multinacionais do agronegócio bancariam parte dos investimentos e o governo federal também custearia a obra. Após os ajustes não foram mencionados valores para fazer a obra.
-
MATO GROSSO4 dias agoALMT tem agenda intensa de reuniões e audiências públicas
-
MATO GROSSO4 dias agoMega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 150 milhões nesta quarta
-
POLÍCIA6 dias agoPolícia Militar apreende mais de 200 tabletes de entorpecentes em Pontes e Lacerda
-
MATO GROSSO4 dias agoArcebispo de Aparecida pede desarmamento e atenção à fome e à pobreza
-
POLÍCIA7 dias agoOperação Via do Cobre fecha o cerco contra sucatões irregulares e prende três pessoas em Cuiabá
-
MATO GROSSO6 dias agoLimpurb retira móveis, eletrodomésticos e resíduos de área de drenagem em Cuiabá
-
POLÍCIA5 dias agoPolícia Militar utiliza esporte como ferramenta de transformação social na Baixada Cuiabana
-
MATO GROSSO6 dias agoRobôs reforçam roçagem e agilizam limpeza das avenidas de Cuiabá


