POLÍTICA
Nikolas chama Moraes de covarde e compara Barroso a bandido em ato por anistia
“Ditadores de toga, principalmente como Alexandre de Moraes, se utilizou do dia 8 [de janeiro de 2023] para nos amedrontar. Se lascou, olha a gente aqui. Essa é a resposta para você, seu covarde”, afirmou o deputado. Em seu discurso, o deputado reafirmou seu apoio a Jair Bolsonaro (PL) para as eleições de 2026. Ele afirmou que o ex-presidente foi alvo de perseguição política pelo STF.
“Para o debochado do ministro Barroso que falou ‘perdeu, mané’, primeiro, isso é uma fala de bandido quando vai roubar alguém. O que você tá querendo dizer com isso, Barroso? Que nas eleições de 2022 nós fomos assaltados? É isso que você quer dizer? Porque, se for isso, fica em paz. Daqui a um ano e meio, tem eleições de novo”, afirmou Nikolas.
Durante uma viagem a Nova York, Barroso disse perdeu, mané” a um grupo de bolsonaristas que o hostilizava, logo depois do resultado das eleições de 2022. O episódio voltou à tona, há dois anos, quando a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos pichou a estátua diante do STF com o dizer de Barroso, durante a invasão golpista, na praça dos Três Poderes.
Débora, que passou dois anos presa, tornou-se pivô do projeto por Anistia. Moraes votou por condenar a ré a 14 anos de prisão, mas, no fim de março, concedeu a ela prisão domiciliar. Para a base bolsonarista, a condenação é um exagero. Esse foi o mote da frase da ex-primeira dama Michelle Bolsonaro, no ato deste domingo. Ela mostrou seu batom para os manifestantes, pedindo que todos segurassem a maquiagem.
“O batom que representa a Débora. A nossa Débora. Uma mulher comum, cabeleireira, se torna símbolo da luta pela justiça no nosso país. Amados, nós temos sofrido desde 2018, mas sabemos a nossa missão, o nosso propósito, nós não iremos desistir”, afirmou Michelle, que reuniu no palanque diversos sacerdotes, incluindo um representante das religiões de matriz africana.
Mais cedo, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB-SP), se disse feliz em receber a manifestação em sua cidade e reforçou a pressão para que o projeto de lei sobre anistia aos golpistas seja votado e aprovado na Câmara.
“Eu queria voltar a repetir quando se tem um ato de desumanidade, surge um ato de humanidade, que é o que está acontecendo aqui”, disse Nunes. “Eu sou do MDB. Como prefeito da maior cidade da América Latina, eu vou lutar com os deputados do meu partido para assinarem e apoiarem a anistia.”
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