SAÚDE
Após caso registrado em março, DF volta a considerar sarampo eliminado
“A Secretaria de Saúde informa que uma nova suspeita de sarampo foi notificada, mas o caso já foi descartado”.
Outra informação divulgada é que todas as notificações anteriores que estavam em monitoramento também foram descartadas.
“Assim, não há nenhum caso confirmado da doença no DF. O DF foi recertificado esse ano, por ter o sarampo eliminado”. No caso de março, a pessoa foi curada sem necessidade de internação. Não havia registro da doença na capital desde 2020.
No caso dessa paciente, as autoridades locais explicaram que ela tem histórico de viagens internacionais. “A paciente apresentou os primeiros sintomas em 27 de fevereiro e as manchas vermelhas na pele surgiram em 1º de março”, informou, na ocasião, a secretaria de Saúde.
Transmissão no DF em 1999
Em informativo epidemiológico publicado em 2022, a secretaria de Saúde informou que os últimos casos de sarampo que foram transmitidos no próprio DF ocorreram em 1999. A doença apareceu entre 2018 e 2020, mas a transmissão teria ocorrido em outras localidades.
Em 2022, inclusive, o Distrito Federal teve 54 casos suspeitos de doenças exantemáticas, destes, 14 suspeitos de rubéola e 40 de suspeitos de sarampo. Não houve confirmação de casos em 2022.
Riscos
O sarampo, segundo explica o site da secretaria, é uma doença viral aguda, contagiosa e que tem, entre os sintomas, febre, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele.
Um alerta é que o sarampo pode ser acompanhado de complicações, principalmente em crianças menores de cinco anos de idade e pessoas com imunodepressão.
Vacinação
Ainda de acordo com os profissionais de saúde, a vacina tríplice viral é a medida de prevenção eficaz contra o sarampo. A aplicação também imuniza contra a rubéola e a caxumba.
A primeira dose deve ser administrada a toda criança de um ano de idade e uma segunda dose a crianças de 15 meses.
Os adolescentes e adultos jovens até 29 anos de idade devem ter duas doses da vacina e as pessoas acima de 30 até 59 anos devem ter uma dose de vacina. Os profissionais de saúde devem receber duas doses de tríplice viral, independentemente da idade.
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