POLÍCIA

Marido de assassina nunca a acompanhou em pré-natal, mas acreditava que ela estava grávida

Published

on


Conteúdo/ODOC – O chef de cozinha Christian Albino Cebalho de Arruda afirmou em depoimento à Polícia Civil de Mato Grosso que acreditava que a esposa, Nataly Helen Martins Pereira, realmente estava grávida.

Nataly confessou ter assassinado a adolescente Emilly Azevedo Sena, de 16 anos, em Cuiabá para ficar com a bebê dela. Emilly estava grávida de nove meses.

O crime foi desvendado nesta quinta-feira (13), após a assassina dar entrada no Hospital Santa Helena com a recém-nascida. A bebê segue internada e passa bem.

Cebalho foi preso junto à mulher na unidade de saúde, mas foi liberado após prestar depoimento. “O interrogado mantinha um relacionamento com Nataly há pouco mais de um ano e após cerca de três meses foi comunicado sobre a gravidez.

O interrogado seria pai pela primeira vez; nunca acompanhou Nataly em exames pré-natais, mas ela lhe mostrava fotos e exames atestando a gravidez; pegava na barriga de Nataly e acreditava que ela realmente estava grávida”, diz outro trecho do depoimento.

O chef relatou que, no dia do crime, trabalhou normalmente no restaurante Meats Grill, onde chegou por volta das 9 horas da manhã e permaneceu até as 15 horas.

Após o expediente, disse que retornou à sua residência, no bairro Santa Inês, onde ficou até pouco antes das 16 horas, quando seu cunhado chegou em sua casa para informá-lo de que o bebê de sua esposa estava prestes a nascer.

Juntos, foram até o Hospital Santa Helena, mas Christian só conseguiu ver a criança por volta das 21h. Pouco tempo depois, um policial militar o procurou no quarto e informou que a criança não era dele. Nesse momento, ele foi encaminhado, junto com Nataly, para a Central de Flagrantes.

“Depois, houve uma conversa com Nataly sobre o que estava acontecendo, mas ela continuou desconversando e afirmando que era a mãe do bebê”, consta no documento.

Ainda no depoimento, ele afirmou não conhecer a vítima e alegou não saber que Nataly mantinha conversas com ela.

Explicou que o celular era compartilhado entre ambos e que, por vezes, desconfiava dela, pois ela apagava algumas conversas. Contudo, segundo ele, Nataly justificava que as conversas apagadas eram “coisas de menina”.



Fonte: O Documento

Comentários
Continue Reading
Advertisement Enter ad code here

MATO GROSSO

Advertisement Enter ad code here

POLÍCIA

Advertisement Enter ad code here

CIDADES

Advertisement Enter ad code here

POLÍTICA

Advertisement Enter ad code here

SAÚDE

As mais lidas da semana