POLÍTICA

Empresa sofre golpe e leva prejuízo de R$ 33 mil; Polícia Civil recupera objetos

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A Polícia Civil recuperou, nesta terça-feira (25), diversos objetos frutos de golpes de um grupo criminoso especializado em fraudes de cartões. Os materiais recuperados estão avaliados em R$ 33 mil. Segundo a Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, duas pessoas foram identificadas e prestaram esclarecimentos sobre os fatos. 

As investigações iniciaram no dia 18 de março, quando uma pessoa entrou em contato com a loja de eletrônicos e realizou a compra no valor de R$ 33 mil, efetuando o pagamento com três cartões de crédito virtuais. Após os produtos serem despachados para a cidade de Manaus, o dono de um dos cartões entrou em contato com a empresa contestando a compra, informando ser morador do Estado de Goiás e que não era o responsável pela compra.

Polícia Civil – MT

Objetos recuperados pela Polícia Civil

Percebendo que se tratava de um golpe, o proprietário da empresa procurou a Delegacia de Estelionato para comunicar os fatos e as investigações iniciaram de imediato. Um dia depois da primeira compra, o mesmo golpista tentou realizar outra aquisição de produtos, desta vez no valor de R$ 42 mil, que foi aprovada em outro cartão virtual.

Com as investigações já em andamento, a equipe da Delegacia de Estelionato aguardava na empresa a retirada do produto, que não chegou a ser entregue, evitando qualquer prejuízo ao proprietário da empresa.

A pessoa responsável por retirar a mercadoria na loja em Cuiabá foi conduzida à Delegacia e contou que foi contratado para buscar os produtos e enviar para Manaus, informando os dados de quem receberia os produtos.

Com base nas informações passadas, a equipe da Delegacia de Estelionato de Cuiabá entrou em contato com a Polícia Civil do Amazonas, que conseguiu identificar o suspeito, que foi conduzido à Delegacia de Manaus para prestar esclarecimentos.

A carga de produtos, adquirida no dia 18 e que já tinha sido enviada para Manaus, foi interceptada em Brasília após a empresa aérea ser oficiada pela Polícia Civil, informando que se tratava de material de crime e que seriam restituídos à vítima. As investigações continuam na Delegacia de Estelionatos para a elucidação do caso e para identificação de outros possíveis criminosos envolvidos no crime.



Fonte: RD NEWS

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