POLÍTICA

Eduardo Bolsonaro e Bilynskyj serão nomes do PL para comissões

Published

on


O PL (Partido Liberal) definiu os nomes que serão indicados para presidir as comissões da Câmara dos Deputados que são prioritárias para a sigla. A sugestão será feira pelo líder Sóstenes Cavalcantes (PL) ao presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) durante o colégio de líderes na 3ª feira (18.mar.2025), às 14h. A expectativa é que a chefia das comissões seja definida no encontro e os colegiados instalados na 4ª feira (19.mar). 

Os nomes definidos pelo PL foram: 

O PL tem um impasse com o PT relacionado à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. O partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer barrar Eduardo Bolsonaro por causa de sua atuação nos Estados Unidos.

Desde a eleição do presidente Donald Trump (republicano), Eduardo tem ido constantemente ao país e atuou em prol da aprovação, no Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes, da lei que pode atingir o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

O partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve pedir ainda a Comissão de Direitos Humanos, de olho no PL anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro. O indicado ainda não foi definido.

Outra comissão que Sóstenes observava era a Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais. O partido dizia ter prerrogativa para chefiar o colegiado por ser uma das duas únicas siglas que têm representantes indígenas.

Porém, a deputada Silvia Waiãpi (PL-AP), única indígena do partido, deve perder o mandato por conta de uma ação do STF, o que invalida a argumentação que o PL estava usando. 

A deputada pode perder o mandato por conta de mudança no entendimento de que a revisão da distribuição das “sobras eleitorais” só deveria ser aplicadas aos candidatos eleitos a partir de 2024. Com a nova decisão, 7 deputados federais devem perder os seus cargos. 

Os colegiados prioritários da sigla foram decididos. Os deputados, não. As comissões que a 2ª maior bancada da Câmara pretende ocupar são: 

Depois de disputa, a presidência da CMO (Comissão Mista de Orçamento) deve ficar com o senador Efraim Filho (União-PB). A relatoria, com o MDB. O líder do partido na Câmara, Isnaldo Bulhões (AL) é o mais cotado, mas isso o faria deixar a liderança da sigla.

Com o Orçamento nas mãos do MDB, a CCJ da Casa Baixa pode ficar com o União Brasil. Havia um acordo de que esse seria o “prêmio de consolação” de quem perdesse a disputa pela relatoria do Orçamento de 2026.



Fonte: Só Notícias

Comentários
Continue Reading
Advertisement Enter ad code here

MATO GROSSO

Advertisement Enter ad code here

POLÍCIA

Advertisement Enter ad code here

CIDADES

Advertisement Enter ad code here

POLÍTICA

Advertisement Enter ad code here

SAÚDE

As mais lidas da semana