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Centrão concentra R$ 10,5 bi de emendas de comissão

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Juntos, o MDB, União Brasil, PSD, PP e o Republicanos, que formam o chamado Centrão, concentram R$ 10,5 bilhões das emendas de comissões no Orçamento de 2025. O valor é referente aos recursos que passam pelos colegiados comandados pelos partidos na Câmara dos Deputados e no Senado.

Quase metade desse valor, R$ 5,2 bilhões, está na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, presidida por Marcelo Castro (MDB-PI). No total, as comissões comandadas por emedebistas têm R$ 6,3 bilhões em recursos.

 

 

Já o partido com a maior fatia de emendas é o PL, da oposição. A sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) conta com R$ 7 bilhões. Desse valor, R$ 5 bilhões estão na Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Zé Vitor (PL-MG). 

Além do PL e do MDB, o PDT, o Podemos e o União Brasil têm mais de R$ 1 bilhão cada um no somatório das emendas das comissões presididas por congressistas de seus partidos.

Os demais têm menos de R$ 1 bilhão. É o caso do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com R$ 168 milhões. A sigla preside 4 comissões na Câmara e duas no Senado.  

O partido ficou satisfeito com o acordo das comissões na Câmara, feito após reuniões tensas entre os líderes partidários e o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), mas os colegiados que os petistas chefiam não concentram tantos recursos.

O PT garantiu, por exemplo, a Comissão de Finanças e Tributação, considerada estratégica porque analisa os aspectos financeiro e orçamentário públicos, quanto à sua compatibilidade ou adequação com o plano plurianual, a lei de diretrizes orçamentárias e o orçamento anual. Mas na divisão das emendas, o colegiado ficou com R$ 60,5 milhões em 2025.

O valor total para as comissões chegou a R$ 20 bilhões. Esse número é maior do que o teto de R$ 11,5 bilhões em emendas de comissão estabelecido em lei e colocado no relatório do Orçamento de 2025. 

A diferença de R$ 8,5 bilhões é porque o montante colocado no Orçamento para as comissões inclui recursos com classificação mais genérica, além das emendas de comissões, chamadas de RP8. 

O relatório inclui nas emendas de comissão as RP2, que são programações orçamentárias consideradas discricionárias comuns, que não são obrigatórias, e as RP3, relativas ao PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Fonte: Só Notícias

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