CUIABÁ
Vereadora propõe sala de descanso para professores.
Vereadora propõe sala de descanso para professores. “Este é um projeto legal”, afirma.
Visando garantir o bem-estar e a qualidade do ensino aos professores da rede municipal da capital, a vereadora Baixinha Giraldelli (SOL) propôs um projeto de lei que estabelece  a obrigatoriedade da instalação de sala de descanso para os professores com jornada de trabalho superior a seis horas diárias.
O projeto de lei deve passar pela apreciação dos parlamentares na sessão desta terça-feira (18).
Segundo Baixinha, a proposta, se aprovada, irá  proporcionar um ambiente adequado para o descanso, a recuperação e o bem-estar dos profissionais da educação.
“Todos os professores precisam ser acolhidos, além de ter um local onde possam descansar para seguir a jornada diária. Nossa proposta é legal e atende a todos esses profissionais que dedicam suas vidas à educação”, explicou.
A parlamentar narra no projeto a importância da educação, sendo um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento de qualquer sociedade. Ela também destaca que os educadores, como agentes essenciais nesse processo, têm a responsabilidade de instruir, orientar e formar cidadãos preparados para os desafios do futuro.
“A rotina intensa e, muitas vezes, desgastante dos educadores exige que se criem condições adequadas para que possam se recuperar física e emocionalmente, de modo a manter a qualidade do ensino e preservar sua saúde”, descreve a justificativa do projeto. 
A proposta da sala de descanso deve atender aos seguintes requisitos: área privativa e reservada para os professores, de fácil acesso e localizada dentro do ambiente escolar mobiliário adequado, como poltronas confortáveis, mesas e locais para descanso equipamentos de conforto, como ventilação ou ar-condicionado, iluminação adequada e ambiente silencioso acesso a recursos como bebedouro de água mineral, geladeira e micro-ondas para aquecimento de alimentos.
Veto ao projeto inconstitucional da merenda para professores 
O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), vetou na última semana um projeto que permitia aos profissionais da educação se alimentarem no local de trabalho. 
Baixinha votou pela manutenção do veto. Ela ressalta  que o veto se deve a uma lei federal que impede que os trabalhadores usem o espaço reservado à merenda escolar para fazer suas refeições e se alimentarem da comida feita para os alunos. 
A vereadora acompanhou a decisão do prefeito para que o município não corra o risco de perder recursos federais destinados à alimentação dos alunos.
“Votei pelo veto da merenda do professor por ser inconstitucional. Sabemos o quanto todos nossos educadores merecem o melhor. Mas não podemos passar por cima da lei temos que respeitá-la”.
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