POLÍTICA
Sexta vítima de cemitério clandestino em Lucas do Rio Verde é identificada
O sexto corpo localizado em um cemitério clandestino em Lucas do Rio Verde (a 334 km de Cuiabá), foi identificado, nesta sexta-feira (14), como sendo Adriano da Conceição Borges, de 30 anos, que estava desaparecido desde 12 de março de 2024.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) obteve o resultado a partir da identificação de vínculo genético com o irmão da vítima, que forneceu amostra na unidade de Lucas do Rio Verde. O material foi encaminhado para processamento no Laboratório Forense da Capital e comparado com a amostra biológica do homem – ambas foram compatíveis.
PJC

Além da identificação genética, os restos mortais passaram por exame pericial antropológico para a definição da causa da morte.
O cemitério
No cemitério clandestino, foram localizados os restos mortais de doze corpos, no dia 11 de janeiro. Parte dos corpos estava em processo de esqueletização. De acordo com a Polícia Civil, o local em que os corpos foram localizados estava sob investigação, devido a registros de homicídios, sequestros e desaparecimentos de pessoas nos últimos meses.
Cinco corpos achados no cemitério clandestino já foram liberados. Um deles é de um adolescente de 15 anos e as outras quatro vítimas foram identificadas como:
- Rafael Pereira de Souza, de 35 anos;
- Andris Nadales, de 19 anos;
- Wilner Alex de Oliveira Silva;
- Matheus Bonfim de Souza, de 18 anos.
A Politec pede que familiares (pai, mãe, filho, ou mais de um irmão) de pessoas desaparecidas, que ainda não forneceram material genético, procurem uma das unidades do Instituto de Medicina Legal (IML) para a coleta do material genético de referência. Os perfis genéticos obtidos são inseridos no Banco Nacional de Perfis Genéticos, onde é realizada uma busca automática em todo o território nacional.
A coordenadora de perícias em Biologia Molecular da Politec, Rosangela Guarienti Ventura, informou que as análises estão em andamento para a conclusão de todas as identificações.
A coordenadora ressaltou que não é preciso a apresentação de boletim de ocorrência par a coleta de DNA deste caso, basta comparecer à unidade da Politec e levar a documentação pessoal.
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