POLÍTICA
Possíveis sucessores de Lula têm o pior engajamento nas redes
Os possíveis sucessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nas eleições de 2026, têm os piores engajamentos nas redes sociais. Mesmo somados, o engajamento médio de Fernando Haddad (PT), Gleisi Hoffmann (PT), Camilo Santana (PT), Marina Silva (Rede) e Helder Barbalho (MDB) não chegam à metade da média do engajamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O levantamento foi realizado pela Bites, empresa de análise de dados que extrai, cruza e interpreta informações disponíveis na internet, a pedido do Poder360. Foram analisados, de 1º de janeiro a 10 de fevereiro, os perfis do Facebook, Instagram e X dos nomes testados em pesquisas de intenção de voto.
Em análise do engajamento -interações de uma conta, dividida pelo número de publicações- o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está com os números mais altos, entre as especulações para “substituir” Lula. Ele teve, no período de tempo analisado, mais de 12.875 interações nas redes sociais.
O ministro é um dos principais nomes cotados para substituir o petista nas próximas eleições. O presidente já sinalizou, durante reunião ministerial em 20 de janeiro, que não pode não concorrer à reeleição no próximo ano.
Mesmo com duas derrotas consecutivas –em 2018, quando perdeu a Presidência para Bolsonaro e em 2022, quando perdeu o governo de São Paulo para Tarcísio de Freitas (Republicanos) –, o nome de Haddad ainda é o que mais tem força dentro da esquerda.
Haddad é quem engaja melhor, mas é o 8º colocado no ranking da média de engajamento de possíveis candidatos à Presidência nas eleições de 2026.

Os outros nomes da esquerda testados em pesquisas do Brasil para concorrer à presidência é a presidente do PT (Partido dos Trabalhadores), a deputada Gleisi Hoffman. Segundo o levantamento ela teve 6.806 interações nas redes sociais, de janeiro a 10 de fevereiro.
O levantamento da Paraná Pesquisas divulgado na 2ª feira (13.jan.2025) também mostrou que os possíveis nomes a suceder Lula não chegariam a um possível 2º turno.
A petista também já declarou, em dezembro de 2024, que não irá ser candidata em 2026. Em seu perfil oficial no X, ela afirmou que “não é e nem pretende ser” uma opção, ela reforçou que Lula seguirá como o nome do PT.
Seguindo Gleisi, estão:
Na última posição do levantamento está Marina Silva (Rede), atual ministra do Meio Ambiento e Mudança no Clima. Ela alcançou 2.603 de engajamento em janeiro de 2025
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