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UFMT estuda criar novo campus em Lucas do Rio Verde; MEC analisa

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) estuda expandir mais um campus no estado, em Lucas do Rio Verde (a 334 km de Cuiabá). Em entrevista ao , a reitora Marluce Souza Silva afirmou que a proposta está em análise e já foi encaminhada ao Ministério da Educação (MEC) para avaliação de viabilidade.

Annie Souza

Marluce Souza reitora da UFMT

Atualmente, a UFMT possui campus em Cuiabá, Pontal do Araguaia, Barra do Garças e Sinop. A UFMT está na fase de conclusão do campus de Várzea Grande, cujos cursos da Faculdade de Engenharia (Faeng) utilizam, provisoriamente, a estrutura física do campus de Cuiabá. Uma nova unidade no Nortão, em Lucas do Rio Verde, segundo a reitora, busca atender às demandas educacionais da região.

“Existem demandas apresentadas e estão colocadas na mesa do Ministro da Educação, principalmente. Mas a criação deste curso, muito provavelmente, ainda vai exigir um tempo maior de análise, de avaliação por parte das nossas possibilidades orçamentárias”, afirmou.

Com 83 mil habitantes, Lucas do Rio Verde é uma das cidades em maior crescimento em Mato Grosso e tem se destacado por sua economia voltada ao agronegócio e inícios de industrialização. A presença de um campus da UFMT na região representa um passo importante para ampliar as oportunidades de formação superior e atender às demandas de desenvolvimento local.

O município ainda não tem uma universidade federal ou estadual. Atualmente, os moradores só contam com faculdades privadas ou com o curso tecnológico de biotecnologia no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). De acordo com a reitora, a concretização do projeto depende da aprovação e liberação de recursos orçamentários pelo MEC.

“Os projetos são elaborados considerando, por exemplo, o que eu preciso de espaço físico, quantos docentes, quantos técnicos administrativos, quantos laboratórios, o que isso vai demandar de recursos de custeio, de pagamento de pessoal, de investimento, de equipamento, de mobiliário. Então, quando o MEC aprova, o MEC já é conhecedor de todas as demandas apresentadas naquela proposta. Desde que venha com aprovação e com recursos orçamentários, nós estamos dispostos a implementá-los”, explicou a reitora.

A administração aguarda as próximas etapas de avaliação para dar andamento à proposta.



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